sábado, 29 de janeiro de 2011

 (Tirinha do Fernando Gonsales - daqui)

Acabei de achar uma formiga no meu travesseiro. Daquelas miudinhas.
Sinceramente, não sei o que ela fazia lá.
Se me perdoam o trocadilho, os meus pensamentos pós-ferias não estão, necessariamente, doces. 


P.S. Lendo Pierre Lévy. Finalmente, um livro "de verdade", depois de tanto blá blá blá em 2010. Acho que nunca falei aqui, né? Mas sou apaixonada por Lévy, mesmo com aquele otimismo todo...

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

(Chiclete com Banana - Angeli)

Hoje eu vou ter 3 reuinões. De 2 horas cada uma.
Se você me perguntar o por quê, sei até responder. Só não me pergunte o para quê.
E, voltamos ao batente. :P

Meus sonhos, nesta semana, têm sido completamente bizarros. E, o pior, acho que sei do que se tratam.
Em todos eles há um enredo. E, claro, eu sou a protagonista. Sei que existem outras pessoas nesses sonhos, mas "só consigo me ver". E, o mais óbvio: a resolução da paranóia central dos sonhos está em minhas mãos. E, tcham... eu sempre uso. Mas, antes do desfecho, ou o sonho acaba, ou eu passo para um próximo que não lembro.
Claro como o rio Tietê, certo? 
;)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

(Ilustração de Ceó Pontual) 

Há alguns (muitos) anos, uma amiga perguntou, em uma dessas conversas que só as mulheres entendem, o que era mais importante pra mim: palavras bonitas ou atos simbólicos.
Eu, claro, prefiri as palavras bonitas (de preferência, apaixonadas). "Palavras são o meu reino". Algo assim, piegas e confessional deve ter passado por minha cabeça na hora da resposta. Isso, eu aposto.
Mas, o tempo passa.
Hoje, eu sei que quando se gosta de alguém, palavras, às vezes, são apenas palavras. E assim como as minhas, que podem ser cortantes ou doces, de acordo com a minha conveniência, com o meu amor ou... com a minha raiva, as pessoas têm, em sua maioria, esse mesma sentimento.
Palavras continuam reinando no meu diminuto e translúcido universo, mas convenhamos, não importa o que digam pra mim, se com as frases, não vierem o corpo e a alma.
O tempo talvez tenha levado grande parte da minha leveza, mas certamente me deixou uma fatia generosa de experiência.
Talvez Balzac esteja mesmo certo. Talvez...


sábado, 22 de janeiro de 2011

Preciso dizer mais nada, né?
E, antes que as férias acabem, vou ali ver um filminho e tomar água com gás.
Calorrrrrrr. 
:P

  
(Benett - daqui)

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

 (Tirinha do Gilmar - daqui


E, claro, continua chovendo horrores em São Paulo.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011


Alex Andreyev - You Leave

Rindo aqui do meu "inofensivo" escrito com "c", do post anterior. E ninguém me avisa... :P
Talvez não seja tão inofensivo assim, né? Terá sido um ato falho?

Chove sem parar em São Paulo. Meus planos, hoje, são de tirar os livros do quarto e passá-los para a sala. Com estante e tudo. Ainda estou criando coragem e ensaiando o movimento. Bom, já tirei o quadro da parede onde a estante vai ficar. Já é um começo... :)

As férias estão no finzinho. Quer dizer, teoricamente, já voltei a trabalhar. Mas ando com uma preguiçaaaaaaa. Até aí, nenhuma novidade.

Torcendo para que 2011 seja tranquilo e feliz. Sei que estou repetindo isso sem parar. Mas quero vencer o universo pela insistência. :P

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

De volta e quase imersa na realidade. Mais alguns dedos e a culpa de não fazer nada vai me consumir.
Não que o começo do ano tenha sido dos mais fáceis, porque não foi. Mas há compensações e uma delas foi ter visto, de novo, o mar de Salvador.
Fazia tanto tempo. Tanto! Quase esqueci de onde eu vim. Talvez porque eu tenha andado preocupada demais em saber para onde vou.
E, confesso: ainda não sei. Mas consegui relembrar de algumas coisas perdidas. De onde eu vim, as pessoas são sorridentes e briguentas. O sorriso é aberto, verdadeiro e espontâneo. As brigas fazem parte de um cotidiano barulhento e inofensivo. Brigas cutâneas e esquecidas rapidamente.
O ar de Salvador cheira a dendê e a maresia. Não a um ou a outro. A mistura é mais forte que a unidade. Dendê e maresia juntos. Apesar da bênção de todos os santos, Salvador é regida pelo deus sol. Onipresente e ardido.
As mulheres de Salvador são grandes, impetuosas e, em sua maioria, espontâneas. Manter um diálogo é fácil e, quase sempre, agradável. Os homens de Salvador são viris e fazem o estilo "conquistador", ainda que sejam pouco cavalheiros. O que, de certa forma, me agrada neste momento. A androgenia tem me deixado entediada nos últimos tempos. Talvez por isso, eu olhe para os lados e sinta certo desconforto. Cuidei do intelecto e descuidei dos meus desejos. E eu tenho muitos desejos.
Me tornei um robô do cotidiano e uma escrava da responsabilidade. Agora eu vejo.
Por que eu não posso, de forma natural, trabalhar em estado de alegria, no lugar da angústia e da pre-ocupação?
Eu amo São Paulo, sabe? Mas agora entendo, realmente, o que Caetano sentiu quando compôs Sampa.
Do avesso ou não, prometi para mim mesma, que em 2011 eu vou abrir espaço na minha vida para possibilidades que andei camuflando. Entre elas, o amor.
Agora é esperar pra ver.

domingo, 2 de janeiro de 2011

(Mafalda, do Quino)
 
Seis gibis lidos.
Cinco filmes vistos.
Váááááários livros na cabeceira.
(Muita) Cólica.
24 horas de chuva ininterrupta.
Família toda em casa (cachorro incluso)!
É... 2011 promete! :P

P.S. Alguém quer uma tia mala?
P.S.2. "I L Y T". :)

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

(Ilustração do Benett, daqui)

Para uma mulher, achar o shampoo perfeito é quase tão importante quanto o primeiro beijo. E, não, não é exagero. Por isso, hoje, quando acordou, foi para o banho com a secreta esperança de que dessa vez, daria certo.
Até cair no chuveiro. Em um daqueles tombos cinematográficos e perigosos. Caídos em câmera lenta.
Secretamente e no chão, amaldiçoou o condicionador. O rótulo prometia cabelos macios e cachos definidos. Do cabelo, ainda não sabia, mas tinha certeza de que o chão do box estava escorregadio pelo excesso do condicionador cuidadosamente enxaguado pela água fria (que não resseca e dá brilho).
- Nunca mais compro dessa marca. Juro!
Já no hospital, na salinha de raio X, cheia de dor e despenteada, perguntou ao moço se tudo bem, já que as primeira "chapas" não foram suficientes.
- Tudo, é só pra garantir. Mas, você vai precisar tirar a roupa de novo e deitar na maca.
- Assim, sem flores e sem vinho? Pensou, com vergonha de sua calcinha folgada e de algodão.
Saiu do hospital sem poder sentar e xingando baixinho o médico. O motorista do táxi, coitado, ficou assustado com os urros abafados em cada curva fechada.
- Moça, desculpa. Quer que eu vá mais devagar?
Um "quero" anasalado foi tudo que conseguiu dizer.
Chegou em casa, jogou a chave na mesa e fez um chá. Alérgica, sem poder tomar remédio pra dor, chorou em pé.
Até a hora em que, cansada de chorar, foi lavar o rosto inchado e vermelho. Só então percebeu que seu cabelo estava com um brilho incomum e com os cachos domados.
Sorriu satisfeita e ainda com dor foi ligar para a mãe, que estranhando o horário, perguntou, preocupada se havia acontecido alguma coisa.
- Caí tomando banho, mãe. E adivinha? Sabe aquele shampoo com queratina? Deu certo!


quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

(Vladimir Kush - Visitor)

Sabe essas retrospectivas de fim de ano?
Urg!
Pior. Com o fim de 2010, resolveram, claro, fazer retrospectivas da década. De todas as maneiras, em todos os segmentos.
É demais pra mim.
Demais.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

 
Férias, enfim!

domingo, 19 de dezembro de 2010

Estou apaixonada pela Mei de "Meu Vizinho Totoro".
Definitivamente, quero um Totoro pra mim. E, claro, andar de Catbus. :)

(Imagens do filme "Meu Vizinho Totoro")

terça-feira, 14 de dezembro de 2010


(Laerte - daqui)

Boba que só.
Toda vez que eu vejo essa tirinha, dou risada.
Muita risada.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

(Pesare)


Quuuuase em ritmo de férias. Ainda falta, mas hoje choveu tanto, tanto e tanto, que não arrisquei ir para a Zona Oeste trabalhar (você leu direito, eu não fui trabalhar). Pinheiros está completamente alagada. E, eu... bom, eu estou aqui em casa, arrumando uns cds, separando uns filmes e me preparando para o resto da semana.
Aproveitei o dia mais calmo, hoje cedo, para comprar uns CDs fabulosos. Estou ouvindo o primeiro dos Secos e Molhados. Não é por acaso que os caras botaram de cabeça pra baixo o cenário fonográfico daquela época. Aliás, estou comprando muita coisa boa dos anos 70. 
Hoje, a única lástima foi descobrir que o meu DVD de Star Trek (a Série Original) está com defeito. Ele, simplesmente, pifou do episódio 23 em diante. Justamente o episódio que o Khan aparece. Droga.
O mais chato é que o cara que me deu o DVD... acho que não vai querer me dar outro. :P
Minha garganta está doendo. Será que a causa é o ventilador no meu nariz 24 horas por dia? Muito, muito calor. Você nem imagina...



(Vladimir Kush)

Sábado fui para a terapia de coração aberto. Anotei, durante a semana, o que consegui, em um caderninho, para não me distrair e me enrolar. Fui disposta a ouvir, mais do que falar. Fui porque queria ir e não porque era o dia de ir. 
O intento, mais do que a intenção.
Na volta, duas horas depois, liguei o rádio e ouvi um trechinho de uma música do Oswaldo Montenegro. Era tudo o que eu queria escutar. Uma voz doce, cantando pra mim. 
Acabou a música e ele começou a falar.
Era uma entrevista.
Fiquei feliz pelo caminho mais comprido que eu havia decidido fazer.
Eu, que nunca choro, comecei a chorar, copiosamente, enquanto ouvia Lua e Flor. Não pela música, pela letra, pela melodia ou pela entrevista. Era por tudo junto e por nada daquilo. 
Há tempos não leio o que gosto, não canto o que sei de cor. Há tanto tempo não escrevo textos que eu leio depois e gosto. Só porque eu estava apaixonada. E só por isso.
E eu que nunca mais me apaixonei... 
Eu sinto falta desse estado de encantamento. Me apaixonava por um livro e lia tudo o que podia do autor. Porque eu me apaixonava por ele também. 
Me apaixonava por alguém, por um cheiro, por um verso ou pela paixão. Simples assim. Era um estado latente em mim. Hoje eu só me protejo. E trabalho. 
Ascendente em capricórnio.
Não dá mais pra voltar ao que era antes. O sentido não está no retroceder. Para mim, neste momento, está no entender. E viver. 
E, por hora, a minha percepção indica que os meus sentidos não apontam para o que eu julgo estar certo. Porque o meu julgo só me atrapalha. Ele mastiga a minha liberdade. E a minha potência.
Não foi o choro que me mostrou isso. Foi, de novo, a paixão. Por aquela voz, por aquele homem cantando, por eu estar ali, de vidros abertos, ventilando.
Acho que entendi que, no abafamento em que me tranquei, do que sinto falta não é o vento ou a ventania.
É a falta do existir pra ventar.






domingo, 12 de dezembro de 2010

Acho que nunca dei tanta risada assistindo a "The Big Bang Theory".
Acabei de ver o episódio 10, da quarta temporada e a melhor pergunta da noite foi:
- "What is the best number?"
Juro que pensei que a resposta seria 42, mas ouvi um 73.
E o melhor de tudo: Sheldon (o mais engraçado e sem noção personagem da série) considera "tesão", "um fardo que todos nós temos de carregar". Coisa facílima de resolver, aliás, usando a "disciplina mental vulcaniana Kolinar".
Serião, se eu fosse uma mulher que tivesse um Sheldon na vida, mudaria de planeta. Certeza.
 (Jerico Santander)

Domingo e um solão.
Sabe o que eu vou fazer hoje? N.a.d.a!
Talvezzzzz, mais tarde, eu desça pra comprar jornal e volte.
Pode ser que, à tardinha, eu resolva finalizar umas coisas pendentes da faculdade. Quem sabe...

sábado, 11 de dezembro de 2010

Que eu amo a Turma da Mônica (e assino as revistinhas), não é segredo para ninguém. Idem para Star Trek.
O legal? Chegar em casa depois de um dia cheio, tomar banho, deitar na cama e, de repente, ler isso:

(Cebolinha nº 48, Editora Panini)


sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Estou super atrasada para o dentista (sim, de novo). Mas não resisto.
Essa aqui eu vou usar na minha primeira aula de MKT ano que vem.
No meio de tanta chateação, é bom rir, certo? 
Isso me fez lembrar um livro antigo do Ruy Castro: "O melhor do mau humor".
Preciso achar e reler. É ótimo.




 (Bichinhos de Jardim)

Eu ia postar uma tirinha foda do Laerte. Mas *todo* mundo já viu. 
Então, vi essa aqui, nada hermética e fofinha dos Bichinhos de Jardim. Super tudo a ver com este fim de ano.
Falando nisso, estou com muita vontade de reler Jung e Borges, mas por enquanto, vou ter de ficar com quadrinhos e as manchetes dos jornais. É o que está dando. Falei pra você que eu tenho seis Piauí fechadas, né? E, acho que vou comprar um Castells esses dias. Pra ficar na estante, claro. 
Anteontem, conversando bobagens com um amigo de loooonga, tivemos a "brilhante" ideia de imaginar um filho nosso. Cardíaco e alérgico, segundo ele. 
- Tomara que seja inteligente como o pai e tenha o sorriso e o compromisso da mãe.
- Peraê, mas por que inteligente como o pai? Ele não pode ser inteligente como a mãe?
E o silêncio dominou a conversa.
- Bom, para o bem dessa criança, eu só posso contribuir com a inteligência...
- Então, nosso filho já vai ter de nascer com aparelho nos dentes... 
- Melhor adotar, né?
- É!
:P





(Tirei a foto)

Sem aparelho e cheia de sarda.
O melhor de tudo: viva, mesmo depois do susto.
Ainda estou meio paranóica pra beber e comer. O que é compreensível, já que a indicação é ter bastante cuidado, pelo menos, por enquanto.
É chato, mas tenho pensado no porquê de tudo isso. 
Uma das coisas boas é, enfim, compreender que existem as pessoas que se importam e as outras pessoas.
Mas a vida é feita de descobertas e novidades, né? Então, continuemos. ;)

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010



Ganhei outra caixa de chocolate hoje. Só pode ser brincadeira.
E... tcham! Daqui a 12 dias estou de férias.
E, só para constar: eu parei de atrair gente louca. Acho que, agora, eu *sou* a "gente louca".
Mudança de nível. Chique, né?

P.S. Estou pensando em me mudar. Por enquanto, de casa. O depois eu ainda não sei.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Neste fim de ano, ganhei váááááárias caixas de chocolate. Daquelas bem bonitas e suculentas.
Alguém aí sabe o quanto eu amo chocolate?
Pois é, justo agora que não posso nem provar.
Mas vamos lá... está tudo bem! É uma chance de testar a minha força de vontade.
E que venham as férias. Mas que venham rapidinho. :)

sábado, 4 de dezembro de 2010

(Frodok)

Não foi dessa vez que se livraram de mim. Mas foi quase.
Ontem, saí do trabalho às 23h e, hoje cedo fui trabalhar em um evento na uni. Normal. Estou acostumada a essa rotina estafante.
Só que, no coffee break do evento, comi alguma coisa que, tcham... me causou uma reação alérgica imediata e eu tive um edema de glote. Um princípio de choque anafilático.
Lindo, né?
Quase estraguei o evento, fui parar na emergência e tomei dois anti-histâminicos no bumbum.
O susto foi enooooorme, principalmente porque eu não conseguia respirar. :P
Mas, já estou em casa, com o rosto ainda meio inchado e com medo de beber até água.
Tem a parte boa, claro. Quem sabe eu não emagreça um tiquinho...
Embora eu saiba que meu rosto é bonito e que eu tenho de me amar do jeito que eu sou e blá blá blá, meu corpo está dando sinais (evidentes) de fadiga. E o peso, claro, atrapalha.
Sei lá, viu. Depois dessa, só me resta repensar se está valendo a pena trabalhar tanto.
Tomara que as férias cheguem logo. E que ela sejam tranquilas.
Rezemos, irmãos!
:P

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Né por nada não, mas precisa tanto calor e depois, um monte de chuva?
Cadê a moderação do mundo? 
Cadê?

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010


 (Remedios Varo, Cazadora)

E a tecnologia faz mais uma vítima.
Esta semana, recebi um torpedo que não era pra mim. Mas tudo bem, porque no final das contas, isso até ajudou na comunicação com o remetente distraído.
Mas ontem, o erro foi meu. E, nossa, que situação embaraçosa! 

Tive de explicar o que houve e acho que me saí bem. O melhor é que fiz isso falando a verdade. E a verdade é que estava apertando o "enviar" para uma mensagem, quando, na mesma hora, chegou outra. Minha mensagem, não sei como, foi para o destino errado. Tentei, em vão, cancelar. Pra nada, claro. Porque o sinalzinho verde de "enviado" piscava sorridente e irônico ali na minha frente.
Paciência. Só me restava aceitar e sofrer na mão do dentista. Que aliás, tinha acabado de me chamar.
Pois é, dentista.
Segunda vez esta semana. Se-gun-da. A terceira vai ser na sexta-feira. Não é uma maravilha?
O porteiro do prédio já decorou o meu nome e o meu RG. Depois de quatro anos e meio, eu e o seu Carlos já estabelecemos até uma conversa saudável sobre o tempo. É ele quem me avisa sobre a "chuva de lascar" pra dali a meia hora, ou então, que o tempo anda seco, o que faz mal pra quem trabalha falando, como nós dois. Vejam só, eu e o seu Carlos somos quase íntimos. E, sinceramente, quando, daqui a uns mil anos, o meu tratamento terminar, acho que só vou sentir falta dele.
Falando nisso, acho que não contei pra você. Perdi minha correntinha de ouro. A mesma que usava desde que era pequena e que, possivelmente, você já viu um monte de vezes no meu pescoço, pessoalmente ou em fotos...
A correntinha era da minha mãe e ela me deu, há uns vinte anos, depois de insistentes apelos e argumentos de que, "se eu já uso há tanto tempo, ela já é minha por direito". 
Eu, raramente, a tirava do pescoço. Até há uns dois meses, quando ela, misteriosamente, sumiu.
Senti um vazio, sabe? Pode parecer bobagem, mas toda vez que me olhava no espelho, sentia falta de alguma coisa. Não era eu inteira ali.
Ontem comprei outra corrente. Decidi que merecia. Ela não é igual a outra. E, claro, não tem o mesmo valor sentimental. Mas é fruto do meu esforço. Talvez isso simbolize uma nova etapa pra mim. E eu espero que seja, finalmente, a etapa da Lidiane adulta (menos birrenta e mais segura).

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

(Tirinha do Gilmar)


Grrrrrrrrrrrrrrrrr!

domingo, 28 de novembro de 2010

Dia quente. Muito quente.
Mas, ainda assim, fui almoçar em um dos meus restaurantes preferidos. Sempre saio de lá querendo voltar no dia seguinte. Comida ótima, ambiente ótimo, companhia ótima. Mas o calor... nossa, nossa!
Cheguei em casa e dormi. Apaguei. Coisa rara. Principalmente porque ontem eu dormi cedo. Não me lembro de muita coisa, só de que estava no telefone, desliguei e dormi. Acho, realmente, que preciso descansar mais. Sem contar a TPM que me acaba.
Mas, sou forte. Acordei, tomei outro banho e teatro. Não me arrependi. Gostei muito de "Hell".
Recomendo.
E ainda falta a melhor parte de tudo isso: andar pela Paulista à noite.
Quer me fazer feliz? Me chame pra andar, preguiçosamente, pela Paulista à noite. E, claro, me pague um café depois. (Ou um chope, a depender de quem seja você). :P

sexta-feira, 26 de novembro de 2010


Já experimentou Bis Limão?
Adorei!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010


Pense em uma pessoa com sono.
Multiplique por dez.
Meus olhos, praticamente, ganharam vida própria. Não me obedecem mais.
Juro que vou passar o próximo domingo dormindo. Deliciosamente.

terça-feira, 23 de novembro de 2010


 (Laerte)

Três horas para chegar no trabalho hoje.
Claro, me atrasei completamente. E o pior, todas as provas que deveriam ser aplicadas, estavam comigo.
Ouvi no rádio que São Paulo teve 216 km de congestionamento. O segundo pior do ano. 
Há um tempão não fico tão preocupada e nervosa. O trânsito daqui, estressa qualquer um. Mesmo.
E, para fechar a noite com chave de ouro, perdi a entrada do retorno que deveria fazer na volta. Acho que não vi por causa da chuva. A sorte é que, mesmo não conhecendo o caminho errado que fiz, a sinalização estava perfeita. Cheguei em casa viva e aliviada. 
Espero do dia de amanhã, mais tranquilidade. Enquanto isso, vou ali tomar um banho e desmaiar.
Até.



segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Como fez sol hoje de manhã, mandei lavar meu carro.
E, claro, agora está chovendo. E chovendo forte. Índio fazendo a dança da chuva, perde pra mim.
Consegui, hoje à tarde, meia hora pra deitar e descansar um pouco. Meu telefone tocou 4 vezes em menos de vinte minutos. Pessoas diferentes, querendo coisas diferentes. Lindo!
Descobri (ohhhhhh!) que arianos são (muito) implicantes. Não fiz essa descoberta olhando para o espelho. Foi observando o comportamento de outro ariano. Sério, se eu sou como ele, preciso, urgente, de tratamento. Mas tem de ser um outro tratamento. Porque, vou ser bem sincera, duvido que só terapia adiante.
(Botero)

Cheguei. E, o melhor é que quase ninguém sabe que eu fui. 
Uma amiga querida casou a uns 500km de São Paulo e, adivinhe...
Eu não gosto de casamentos, mas acho que já estou me acostumando. Só este semestre, foram três.
Esse foi quase perfeito. As imperfeições ficaram por conta do padre (completamente) xarope e da escola de samba (!!!!) no finalzinho da festa. É, você leu direito: escola de samba. Parece que agora é moda.
Do padre, nem há o que falar. Não sou fã de padres. Motivos óbvios.
Tirando isso (e a escola de samba), foi tudo de muito bom gosto. Sem contar que o noivo entrou de uniforme branco e uns 30 oficiais do Corpo de Bombeiros (com uniforme de gala) fizeram cruzamento de espadas na saída.
Óbvio, todas (absolutamente todas) as mulheres da festa suspiraram. Inclusive, eu.
E, apesar de ter sido um casamento realmente bonito (mesmo para alguém que não gosta de casamentos), estou feliz por ter voltado pra casa. Este ano, já me prometi, não viajo mais.
Espero que o fim de ano seja tranquilo, amigável e silencioso.
Eu preciso mesmo de uns dias sem fazer nadinha, só pra descansar e ler.
Como vê, minha cartinha para o Papai Noel já está praticamente escrita...

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

.
Desconfio que o meu dentista é sádico.


terça-feira, 16 de novembro de 2010

Eu *adoro* essas bobagens.
Sou facinha, facinha pra dar risada.
:)



segunda-feira, 15 de novembro de 2010



Acabei de ler no BBMP que o Baêa subiu para a Série A do Campeonato Brasileiro.
Entendo de futebol como entendo de motor de avião. Mas poxa, é uma "pressão" torcer para um time da Série B, na terra do Corinthians, né? Aqui só tem "mano".
Nem gosto de futebol, mas gosto do Baêa.
E agora ninguém mais pode me "zoar".
:P

P.S. Post dedicado ao Marquinhos, meu amigo do tempo da faculdade. De tão fanático, ele chega a ser engraçado.

(Jericó Santander)

Estranho. Estou cansada, acabei de chegar de viagem e mesmo assim, não consigo ficar em casa.
Talvez seja a cabeça cheia de coisas para resolver. Muitas coisas mesmo, sabe? 
Tudo mudando. E a vida parece uma sucessão de pequenos acontecimentos sem muito sentido. Mas só aqui dentro, porque lá fora, o mundo continua girando no mesmo eixo. E, claro, a ordem não sou eu quem dita.
Confesso que, às vezes, não tenho mais a certeza de algumas coisas que, até há bem pouco tempo, eram óbvias. Talvez por isso, eu não consiga ficar parada.  Já passei por uma transição assim, mas ela foi menos intensa que esta. E, acho, mais curta.
O jeito é esperar. Mas hoje, vou esperar na rua. E à noite volto para dormir.


domingo, 14 de novembro de 2010


(Romero Brito)

Acabei de chegar de um casamento fora de São Paulo. Usei meu vestido repolho roxo lá. Um frioooooooo e eu toda congelada. :P
Mas, sabe, o noivo é um cara que eu adoro. Então, fiquei feliz em poder ir. Aliás, fomos em bando, porque ele merece. 
Nossa, como eu gosto de viajar... Estava mesmo precisando de novos ares e descansar um pouquinho.
Aliás, quem não está?

P.S. Quando eu receber as fotos, "posto" uma aqui.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Ainda não contei, né?
Tirei o aparelho fixo (superior) na terça-feira. Agora estou com o móvel. E um sorriso bonito.
Falta agora a parte de baixo. Que vai ser logo.
Espero.

Filminho lindo pra comemorar. Porque, sabe... depois de quatro anos e meio, eu mereço!

terça-feira, 9 de novembro de 2010



               (Ana Coral Monleón Azkona)


Quase duas da manhã e eu ainda estou trabalhando.
Não é porque eu quero. É porque preciso.
Quero é dormir. Ponto. 


segunda-feira, 8 de novembro de 2010

(David Fuher)

Mesmo explodindo de dor de cabeça, fui ver Tropa de Elite 2.
Não me arrependo. Gostei.
Sem contar que o Wagner Moura é uma coisinha linda.
:P

Estou (como se fosse novidade) entupida de trabalho e sem um pingo de vontade de resolver isso. Chato, né?
Sabe, acho que quando entrar de férias, vou ficar bêbada. Dar uma festa e sei lá, tomar umas três, quatro taças de vinho. Acredite, isso é suficiente pra me deixar completamente fora da casinha.
Acho que também vou rasgar um monte de papel e sumir por uma semana. Talvez eu viaje, talvez eu me esconda embaixo da cama.

Quase comprei um iPhone hoje. Mas decidi que não vou mais comprar nada. Nem pra mim, nem pra ninguém.
Avarenta 1.0.
Não sei, na real, quais são os meus planos para o futuro, mas decidi que gastar feito uma idiota não me faz mais feliz. Só mais pobre.

Tá, filme e coisinhas de ler, pode. Por isso, comprei Kika, do Almodóvar. Foi no sebo, então, estou perdoada. Vou ver daqui a pouco.

Uma amiga minha me disse uma coisa hoje, que aliás, tem sido repetida pelos meus amigos mais próximos. Chega de falar do passado. E, claro, isso é válido não só para mim, mas para todo mundo que conheço.
A.c.a.b.e.i de constatar que insistir em lembranças passadas só me atrasa. É preciso, sempre, abrir espaço para novas oportunidades. Por mais piegas que isso soe.
Então... 1, 2, 3. Valendo!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

(Alex Andreyev)

Sério. Eu tenho medo de abrir e-mail.
Principalmente, o do trabalho.


terça-feira, 2 de novembro de 2010

 (Romero Brito)

Estou com tudo (absolutamente tudo) atrasado. Isso já é de domínio público, portanto, sem mais blá blá blá.
A questão real é a minha não vontade de colocar as pendências em dia e as desculpas que invento para justificar o "injustificável".
Dor de cabeça, calor, frio (!), chuva, dor de cabeça (again), a necessidade premente do ócio criativo e qualquer outra coisa que ocorrer. 
Hoje, a desculpa usada (e não dita) foi a precisão em andar, andar e andar. Eu preciso, sabe? Preciso muito andar. Isso me deixa mais calma, mais equilibrada (ou menos desequilibrada) e, course, menos rechonchuda.
Então fui andar. Quase quatro quilômetros pelas ruas vazias de uma terça-feira de finados.
Mas sobrou a tarde para trabalhar, certo?
Errado, porque fui assistir a "Comer, Rezar, Amar". 
E, claro, eu adorei. 
Sem contar que tinha Eddie Vedder na trilha sonora.
Covardia.
Agora o tempo esgotou. Vamos ali comigo corrigir umas provas?
Não, né?
Já suspeitava!
:P



segunda-feira, 1 de novembro de 2010

 (Salvador Dali)

Acho que estou passando pela crise dos trinta, com uns cinco anos de atraso.
E, não acho que seja uma história ligada à idade, mas à liberdade. 
Me sinto presa aos deveres, que são muitos. E eu não gosto de me sentir assim.
Aliás, detesto. 
Lua em gêmeos.
Adoro trabalhar. Não saberia viver como uma dondoca, mas todas essas coisas, esse acúmulo, essa mais-valia, essa permanência, isso tudo tem me deixado sem rumo.
Serão os hormônios?
Chá de camomila é calmante, não é? Bebi umas três xícaras hoje. Gostaria que chá de camomila corrigisse provas e fizesse parte do meu trabalho. Mas, chá de camomila acalma, não faz milagres.
Falar nisso, fui comprar umas roupinhas hoje e não achei n.a.d.a que me agradasse. Acho que isso é um milagre. 
Agora, bom mesmo seria se o milagre viesse em forma de calma. Temperança. Como na carta do tarô que eu nunca mais abri. 
Sabe como eu me sinto? Uma pintura cheia de cores e sentidos ocultos. Ocultos até mesmo para o pintor.
Desconfio que por trás disso tudo, está a minha sombra, sentada em um canto de uma casa que não existe, à meia luz, sentindo o doce prazer de ser eu, mas não ser eu. E, secretamente feliz por não ter de decidir. Só esperar. E esperar.

sábado, 30 de outubro de 2010

(Yerka)

Há dias não apareço aqui. Aliás, isso é mentira. Há dias ensaio o que escrever e vou fazer outra coisa. Qualquer outra coisa.
Me perdi. Completamente. As coisas se avolumam e minha casa está de cabeça pra baixo. Por causa da sede, deixo garrafinhas vazias de água por onde passo. E eu lembro de um pedaço de uma das mil músicas do Chico: "um copo vazio está cheio de ar". Mas não canto, porque é tão raro ficar sozinha em casa, que nem a minha voz quero escutar. O silêncio é melhor.
Quer dizer, um silêncio de mentira, porque o (terrível) karaoquê no bar aqui perto começou. Normalmente, não me incomoda, porque, ou estou cansada e durmo. Ou só escuto o começo das músicas e saio. Os dias estavam movimentados. Ainda estão, mas não aos sábados à noite. Dei um basta na minha boemia fajuta. Pelo menos, por enquanto. Neste feriado, quero ficar sozinha. Só comigo, filmes e garrafinhas de água.
Minha pressão hoje estava alta. Por isso, essa dor de cabeça que não pára. Vi metade de uns filmes malucos na TV, não fui à terapia, comi granola no potinho e comprei doce de leite. TPM é realmente uma porcaria.
Perdi, há uns dois meses, minha correntinha de ouro. Ela estava comigo desde sempre, acho que há uns trinta anos (é sério). É tão estranho olhar meu pescoço nu... mas, por mais patético que pareça, acho que isso marcou um novo recomeço. Houve uma época, em que eu enxergava mágica em tudo o que via. Hoje, não consigo. Tento, mas não consigo. Quando percebi que havia perdido a corrente, a única coisa que consegui pensar foi em um novo recomeço. Então, que isso seja parte da mágica.
Meu cabelo estava grandão. Cortei na quarta-feira. Na verdade, cortei para deixar crescer. Coisas de mulher. Cabelo cacheado crescendo "sem corte" é o fim. Não dava para perceber "o sem corte", porque, ultimamente, ele sempre estava escovado e liso. Mas, esses dias, deixei cacheado. Naquela de tomar banho e sair com o cabelo molhado. Segunda, ele sentirá o poder da escova de novo. :P
Vi "Bastardos Inglórios" (com meses de atraso). Adivinhe... Adorei. Qualquer coisa feita pelo Tarantino, eu assisto sem medo. Mas... é impressão minha ou o Brad Pitt estava fazendo a boca do Don Corleone, em "O Poderoso Chefão"? 
Ainda não vi "Tropa de Elite 2". Esperando (ansiosa) o melhor dia. O mesmo para "Comer, Rezar e Amar". Eu sei que é filme de mulherzinha, mas é bom lembrar que sou mulherzinha, mesmo que não goste de rosa. :P
Estou com duas queimaduras no cantos da boca. Acho que bebi alguma coisa ácida e saí por aí. Dermatologista na sexta. Mais essa.
Acho que vou usar aparelho pra sempre. Ia tirar no fim de outubro, mas ele ainda está aqui. Então...
Esses dias eu estava lendo a Bravo e percebi o quanto me afastei das coisas que adoro. Ano que vem, quero, pelo menos, ter tempo pra ir ao cinema e pra dormir. Trabalho como uma desesperada, ganho um pouco mais e, o detalhe: não tenho tempo para administrar isso. Aí, gasto mais do que posso. Então, não adianta nada, certo?
Dois casamentos em novembro. Semana que vem começa a odisséia em busca dos vestidos. E dos sapatos. Meus pés estão doendo só de pensar. Mas, tudo bem, no fim, eu sempre me divirto. 

Não vou revisar e nem ler de novo o que escrevi, senão, já sabe. Este post vai pro lixo.
E sabe, continuo gostando dessa idéia (ainda com acento) de não ter audiência. É tão mais confortável ter um blog quase secreto... Eu gostava do Giramundo, mas a época era outra. :)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

 (Erik Drooker)


Começou de vez o horário de verão.
Amanheceu chovendo.
E ontem à noite, acho que caiu a ficha. Se é para mudar meus padrões de escolha, que seja logo e de vez.
Eu ainda resisto. Boicote, masoquismo ou sei lá o quê. 
O charme da melancolia, da inteligência e do non sense ainda me atrai, mas pro inferno com isso tudo. 
Passando da hora de divagar (bem) menos e realizar tudo o que quero. 
Uma parte já foi. Agora vamos ao que realmente interessa.
Eu não nasci pra café com leite. E nem pra viver rodeada de gente que sofre só por existir.
Eu gosto de cores, de vento no rosto e de pensar que existe mais do que eu vejo.
Porque eu sei que existe.




domingo, 17 de outubro de 2010

Todo ano, um domigo após o dia das crianças, um amigo da Mouzes promove, para o orfanato em que é padrinho, o Passeio Motociclístico do Dia das Crianças . 
Eu sempre vou.
É muito bacana ver todos aqueles carros e motos fechando uma pista da Ayrton Senna até a cidade de Suzano.
Sem falar que nada (nada mesmo), paga ver a alegria das crianças quando chegamos com o caminhão de donativos, buzinando feito loucos.
Adoro. :)
Ano que vem estou lá de novo.
Fotos para você e vai desculpando a minha cara de cansada. É cansaço mesmo.
:P







quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Estou tão cansada que a minha vontade é de sentar e chorar.
Mas não dá tempo.
:P

(clique na tirinha para ampliar)

terça-feira, 12 de outubro de 2010



Sim, um post sumiu.
Motivos óbvios.
Tem gente que faz bobagem quando bebe um tiquinho.
Eu escrevo bobagem.
:P

E vamos ao trabalho (com urgência).
Este feriado, me programei para colocar as coisas em dia e fiz tudo ao contrário.
Até aí, nenhuma novidade... :(

P.S. Fui ontem à Bienal de Arte. Vou ter de voltar. Muito grande, muita coisa. Ainda assim, mil vezes melhor que a passada.

Hoje à noite, se der tudo certo, vou rever amigos de muitos, muitos anos. 
Bom, né?



domingo, 10 de outubro de 2010

Aqui, do meu cantinho secreto: eu vejo flores em você.
:P


 (Adão Iturrusgarai)

Preciso fazer, com urgência, um cursinho intensivo de economia doméstica.
Coisa, assim, pra ontem.

Falar nisso, hoje comprei mais um livrinho do Snoopy. Acho que já é o décimo.
De longe, a Patty Pimentinha é a minha preferida.
E livro não é supérfluo.
:P

Passei o dia com alguns amigos hoje. Descobri mais um restaurante que amo em São Paulo. Acho que um dos melhores vegetarianos que já fui. Se não for o melhor. 
É engraçado como as pessoas ainda se espantam quando descobrem que eu não como carne.
A pergunta é sempre a mesma: 
- Carne nenhuma? Nem peixe?
ou
- Como você consegue?
E não, eu não me importo com isso. É até engraçado. :)

terça-feira, 5 de outubro de 2010

(Fritz, The Cat - de Crumb)
Hoje, ganhei dois CDs com filmes do Gato Fritz (do Crumb): "Fritz, the Cat" e "As Nove Vidas de Fritz". 
Fiquei bem feliz, sabe?
Pelos filmes e claro, por lembrarem que eu gosto do Crumb.
É bom saber que, em algum lugar, alguém viu alguma coisa bacana e lembrou de mim. Faz bem.
Sei lá, com a velhice, é mais fácil assumir que gosto de demonstrações de carinho. Mesmo que sejam desprovidas de interesse. Carinho por carinho.
Sei que, às vezes, *pareço* arredia. É só uma capa mesmo. Acho que é porque estou (ainda) mais exigente e seletiva nas minhas escolhas. Não por frescura, mas porque hoje sei que, o suficiente é pouco quando eu mereço, no geral, o melhor. E o melhor, pra mim, ultimamente, vem embalado em carinho.
Pois é.
Se você me conheceu mais durona, acaba de saber que deste lado do micro há uma outra versão: a mocinha com laço de fita. Talvez, na realidade, as duas tenham virado uma só. Uma espécie de meio termo.
E eu que nunca fui chegada ao "médio", agora descubro isso...
Ou será que estou delirando (de novo)?

P.S. Levei uma cantada tão ruim de um aluno, hoje, que estou sem saber o que dizer até agora. 
Na hora pensei em: - Desinfeta, meu filho.
Mas fiquei calada. Motivos óbvios.
Não estou acostumada a levar cantadas. Ainda mais de aluno. Talvez isso explique meu espanto.