quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

(Ilustração do Benett, daqui)

Para uma mulher, achar o shampoo perfeito é quase tão importante quanto o primeiro beijo. E, não, não é exagero. Por isso, hoje, quando acordou, foi para o banho com a secreta esperança de que dessa vez, daria certo.
Até cair no chuveiro. Em um daqueles tombos cinematográficos e perigosos. Caídos em câmera lenta.
Secretamente e no chão, amaldiçoou o condicionador. O rótulo prometia cabelos macios e cachos definidos. Do cabelo, ainda não sabia, mas tinha certeza de que o chão do box estava escorregadio pelo excesso do condicionador cuidadosamente enxaguado pela água fria (que não resseca e dá brilho).
- Nunca mais compro dessa marca. Juro!
Já no hospital, na salinha de raio X, cheia de dor e despenteada, perguntou ao moço se tudo bem, já que as primeira "chapas" não foram suficientes.
- Tudo, é só pra garantir. Mas, você vai precisar tirar a roupa de novo e deitar na maca.
- Assim, sem flores e sem vinho? Pensou, com vergonha de sua calcinha folgada e de algodão.
Saiu do hospital sem poder sentar e xingando baixinho o médico. O motorista do táxi, coitado, ficou assustado com os urros abafados em cada curva fechada.
- Moça, desculpa. Quer que eu vá mais devagar?
Um "quero" anasalado foi tudo que conseguiu dizer.
Chegou em casa, jogou a chave na mesa e fez um chá. Alérgica, sem poder tomar remédio pra dor, chorou em pé.
Até a hora em que, cansada de chorar, foi lavar o rosto inchado e vermelho. Só então percebeu que seu cabelo estava com um brilho incomum e com os cachos domados.
Sorriu satisfeita e ainda com dor foi ligar para a mãe, que estranhando o horário, perguntou, preocupada se havia acontecido alguma coisa.
- Caí tomando banho, mãe. E adivinha? Sabe aquele shampoo com queratina? Deu certo!


quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

(Vladimir Kush - Visitor)

Sabe essas retrospectivas de fim de ano?
Urg!
Pior. Com o fim de 2010, resolveram, claro, fazer retrospectivas da década. De todas as maneiras, em todos os segmentos.
É demais pra mim.
Demais.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

 
Férias, enfim!

domingo, 19 de dezembro de 2010

Estou apaixonada pela Mei de "Meu Vizinho Totoro".
Definitivamente, quero um Totoro pra mim. E, claro, andar de Catbus. :)

(Imagens do filme "Meu Vizinho Totoro")

terça-feira, 14 de dezembro de 2010


(Laerte - daqui)

Boba que só.
Toda vez que eu vejo essa tirinha, dou risada.
Muita risada.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

(Pesare)


Quuuuase em ritmo de férias. Ainda falta, mas hoje choveu tanto, tanto e tanto, que não arrisquei ir para a Zona Oeste trabalhar (você leu direito, eu não fui trabalhar). Pinheiros está completamente alagada. E, eu... bom, eu estou aqui em casa, arrumando uns cds, separando uns filmes e me preparando para o resto da semana.
Aproveitei o dia mais calmo, hoje cedo, para comprar uns CDs fabulosos. Estou ouvindo o primeiro dos Secos e Molhados. Não é por acaso que os caras botaram de cabeça pra baixo o cenário fonográfico daquela época. Aliás, estou comprando muita coisa boa dos anos 70. 
Hoje, a única lástima foi descobrir que o meu DVD de Star Trek (a Série Original) está com defeito. Ele, simplesmente, pifou do episódio 23 em diante. Justamente o episódio que o Khan aparece. Droga.
O mais chato é que o cara que me deu o DVD... acho que não vai querer me dar outro. :P
Minha garganta está doendo. Será que a causa é o ventilador no meu nariz 24 horas por dia? Muito, muito calor. Você nem imagina...



(Vladimir Kush)

Sábado fui para a terapia de coração aberto. Anotei, durante a semana, o que consegui, em um caderninho, para não me distrair e me enrolar. Fui disposta a ouvir, mais do que falar. Fui porque queria ir e não porque era o dia de ir. 
O intento, mais do que a intenção.
Na volta, duas horas depois, liguei o rádio e ouvi um trechinho de uma música do Oswaldo Montenegro. Era tudo o que eu queria escutar. Uma voz doce, cantando pra mim. 
Acabou a música e ele começou a falar.
Era uma entrevista.
Fiquei feliz pelo caminho mais comprido que eu havia decidido fazer.
Eu, que nunca choro, comecei a chorar, copiosamente, enquanto ouvia Lua e Flor. Não pela música, pela letra, pela melodia ou pela entrevista. Era por tudo junto e por nada daquilo. 
Há tempos não leio o que gosto, não canto o que sei de cor. Há tanto tempo não escrevo textos que eu leio depois e gosto. Só porque eu estava apaixonada. E só por isso.
E eu que nunca mais me apaixonei... 
Eu sinto falta desse estado de encantamento. Me apaixonava por um livro e lia tudo o que podia do autor. Porque eu me apaixonava por ele também. 
Me apaixonava por alguém, por um cheiro, por um verso ou pela paixão. Simples assim. Era um estado latente em mim. Hoje eu só me protejo. E trabalho. 
Ascendente em capricórnio.
Não dá mais pra voltar ao que era antes. O sentido não está no retroceder. Para mim, neste momento, está no entender. E viver. 
E, por hora, a minha percepção indica que os meus sentidos não apontam para o que eu julgo estar certo. Porque o meu julgo só me atrapalha. Ele mastiga a minha liberdade. E a minha potência.
Não foi o choro que me mostrou isso. Foi, de novo, a paixão. Por aquela voz, por aquele homem cantando, por eu estar ali, de vidros abertos, ventilando.
Acho que entendi que, no abafamento em que me tranquei, do que sinto falta não é o vento ou a ventania.
É a falta do existir pra ventar.






domingo, 12 de dezembro de 2010

Acho que nunca dei tanta risada assistindo a "The Big Bang Theory".
Acabei de ver o episódio 10, da quarta temporada e a melhor pergunta da noite foi:
- "What is the best number?"
Juro que pensei que a resposta seria 42, mas ouvi um 73.
E o melhor de tudo: Sheldon (o mais engraçado e sem noção personagem da série) considera "tesão", "um fardo que todos nós temos de carregar". Coisa facílima de resolver, aliás, usando a "disciplina mental vulcaniana Kolinar".
Serião, se eu fosse uma mulher que tivesse um Sheldon na vida, mudaria de planeta. Certeza.
 (Jerico Santander)

Domingo e um solão.
Sabe o que eu vou fazer hoje? N.a.d.a!
Talvezzzzz, mais tarde, eu desça pra comprar jornal e volte.
Pode ser que, à tardinha, eu resolva finalizar umas coisas pendentes da faculdade. Quem sabe...

sábado, 11 de dezembro de 2010

Que eu amo a Turma da Mônica (e assino as revistinhas), não é segredo para ninguém. Idem para Star Trek.
O legal? Chegar em casa depois de um dia cheio, tomar banho, deitar na cama e, de repente, ler isso:

(Cebolinha nº 48, Editora Panini)


sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Estou super atrasada para o dentista (sim, de novo). Mas não resisto.
Essa aqui eu vou usar na minha primeira aula de MKT ano que vem.
No meio de tanta chateação, é bom rir, certo? 
Isso me fez lembrar um livro antigo do Ruy Castro: "O melhor do mau humor".
Preciso achar e reler. É ótimo.




 (Bichinhos de Jardim)

Eu ia postar uma tirinha foda do Laerte. Mas *todo* mundo já viu. 
Então, vi essa aqui, nada hermética e fofinha dos Bichinhos de Jardim. Super tudo a ver com este fim de ano.
Falando nisso, estou com muita vontade de reler Jung e Borges, mas por enquanto, vou ter de ficar com quadrinhos e as manchetes dos jornais. É o que está dando. Falei pra você que eu tenho seis Piauí fechadas, né? E, acho que vou comprar um Castells esses dias. Pra ficar na estante, claro. 
Anteontem, conversando bobagens com um amigo de loooonga, tivemos a "brilhante" ideia de imaginar um filho nosso. Cardíaco e alérgico, segundo ele. 
- Tomara que seja inteligente como o pai e tenha o sorriso e o compromisso da mãe.
- Peraê, mas por que inteligente como o pai? Ele não pode ser inteligente como a mãe?
E o silêncio dominou a conversa.
- Bom, para o bem dessa criança, eu só posso contribuir com a inteligência...
- Então, nosso filho já vai ter de nascer com aparelho nos dentes... 
- Melhor adotar, né?
- É!
:P





(Tirei a foto)

Sem aparelho e cheia de sarda.
O melhor de tudo: viva, mesmo depois do susto.
Ainda estou meio paranóica pra beber e comer. O que é compreensível, já que a indicação é ter bastante cuidado, pelo menos, por enquanto.
É chato, mas tenho pensado no porquê de tudo isso. 
Uma das coisas boas é, enfim, compreender que existem as pessoas que se importam e as outras pessoas.
Mas a vida é feita de descobertas e novidades, né? Então, continuemos. ;)

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010



Ganhei outra caixa de chocolate hoje. Só pode ser brincadeira.
E... tcham! Daqui a 12 dias estou de férias.
E, só para constar: eu parei de atrair gente louca. Acho que, agora, eu *sou* a "gente louca".
Mudança de nível. Chique, né?

P.S. Estou pensando em me mudar. Por enquanto, de casa. O depois eu ainda não sei.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Neste fim de ano, ganhei váááááárias caixas de chocolate. Daquelas bem bonitas e suculentas.
Alguém aí sabe o quanto eu amo chocolate?
Pois é, justo agora que não posso nem provar.
Mas vamos lá... está tudo bem! É uma chance de testar a minha força de vontade.
E que venham as férias. Mas que venham rapidinho. :)

sábado, 4 de dezembro de 2010

(Frodok)

Não foi dessa vez que se livraram de mim. Mas foi quase.
Ontem, saí do trabalho às 23h e, hoje cedo fui trabalhar em um evento na uni. Normal. Estou acostumada a essa rotina estafante.
Só que, no coffee break do evento, comi alguma coisa que, tcham... me causou uma reação alérgica imediata e eu tive um edema de glote. Um princípio de choque anafilático.
Lindo, né?
Quase estraguei o evento, fui parar na emergência e tomei dois anti-histâminicos no bumbum.
O susto foi enooooorme, principalmente porque eu não conseguia respirar. :P
Mas, já estou em casa, com o rosto ainda meio inchado e com medo de beber até água.
Tem a parte boa, claro. Quem sabe eu não emagreça um tiquinho...
Embora eu saiba que meu rosto é bonito e que eu tenho de me amar do jeito que eu sou e blá blá blá, meu corpo está dando sinais (evidentes) de fadiga. E o peso, claro, atrapalha.
Sei lá, viu. Depois dessa, só me resta repensar se está valendo a pena trabalhar tanto.
Tomara que as férias cheguem logo. E que ela sejam tranquilas.
Rezemos, irmãos!
:P

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Né por nada não, mas precisa tanto calor e depois, um monte de chuva?
Cadê a moderação do mundo? 
Cadê?

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010


 (Remedios Varo, Cazadora)

E a tecnologia faz mais uma vítima.
Esta semana, recebi um torpedo que não era pra mim. Mas tudo bem, porque no final das contas, isso até ajudou na comunicação com o remetente distraído.
Mas ontem, o erro foi meu. E, nossa, que situação embaraçosa! 

Tive de explicar o que houve e acho que me saí bem. O melhor é que fiz isso falando a verdade. E a verdade é que estava apertando o "enviar" para uma mensagem, quando, na mesma hora, chegou outra. Minha mensagem, não sei como, foi para o destino errado. Tentei, em vão, cancelar. Pra nada, claro. Porque o sinalzinho verde de "enviado" piscava sorridente e irônico ali na minha frente.
Paciência. Só me restava aceitar e sofrer na mão do dentista. Que aliás, tinha acabado de me chamar.
Pois é, dentista.
Segunda vez esta semana. Se-gun-da. A terceira vai ser na sexta-feira. Não é uma maravilha?
O porteiro do prédio já decorou o meu nome e o meu RG. Depois de quatro anos e meio, eu e o seu Carlos já estabelecemos até uma conversa saudável sobre o tempo. É ele quem me avisa sobre a "chuva de lascar" pra dali a meia hora, ou então, que o tempo anda seco, o que faz mal pra quem trabalha falando, como nós dois. Vejam só, eu e o seu Carlos somos quase íntimos. E, sinceramente, quando, daqui a uns mil anos, o meu tratamento terminar, acho que só vou sentir falta dele.
Falando nisso, acho que não contei pra você. Perdi minha correntinha de ouro. A mesma que usava desde que era pequena e que, possivelmente, você já viu um monte de vezes no meu pescoço, pessoalmente ou em fotos...
A correntinha era da minha mãe e ela me deu, há uns vinte anos, depois de insistentes apelos e argumentos de que, "se eu já uso há tanto tempo, ela já é minha por direito". 
Eu, raramente, a tirava do pescoço. Até há uns dois meses, quando ela, misteriosamente, sumiu.
Senti um vazio, sabe? Pode parecer bobagem, mas toda vez que me olhava no espelho, sentia falta de alguma coisa. Não era eu inteira ali.
Ontem comprei outra corrente. Decidi que merecia. Ela não é igual a outra. E, claro, não tem o mesmo valor sentimental. Mas é fruto do meu esforço. Talvez isso simbolize uma nova etapa pra mim. E eu espero que seja, finalmente, a etapa da Lidiane adulta (menos birrenta e mais segura).

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

(Tirinha do Gilmar)


Grrrrrrrrrrrrrrrrr!

domingo, 28 de novembro de 2010

Dia quente. Muito quente.
Mas, ainda assim, fui almoçar em um dos meus restaurantes preferidos. Sempre saio de lá querendo voltar no dia seguinte. Comida ótima, ambiente ótimo, companhia ótima. Mas o calor... nossa, nossa!
Cheguei em casa e dormi. Apaguei. Coisa rara. Principalmente porque ontem eu dormi cedo. Não me lembro de muita coisa, só de que estava no telefone, desliguei e dormi. Acho, realmente, que preciso descansar mais. Sem contar a TPM que me acaba.
Mas, sou forte. Acordei, tomei outro banho e teatro. Não me arrependi. Gostei muito de "Hell".
Recomendo.
E ainda falta a melhor parte de tudo isso: andar pela Paulista à noite.
Quer me fazer feliz? Me chame pra andar, preguiçosamente, pela Paulista à noite. E, claro, me pague um café depois. (Ou um chope, a depender de quem seja você). :P

sexta-feira, 26 de novembro de 2010


Já experimentou Bis Limão?
Adorei!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010


Pense em uma pessoa com sono.
Multiplique por dez.
Meus olhos, praticamente, ganharam vida própria. Não me obedecem mais.
Juro que vou passar o próximo domingo dormindo. Deliciosamente.

terça-feira, 23 de novembro de 2010


 (Laerte)

Três horas para chegar no trabalho hoje.
Claro, me atrasei completamente. E o pior, todas as provas que deveriam ser aplicadas, estavam comigo.
Ouvi no rádio que São Paulo teve 216 km de congestionamento. O segundo pior do ano. 
Há um tempão não fico tão preocupada e nervosa. O trânsito daqui, estressa qualquer um. Mesmo.
E, para fechar a noite com chave de ouro, perdi a entrada do retorno que deveria fazer na volta. Acho que não vi por causa da chuva. A sorte é que, mesmo não conhecendo o caminho errado que fiz, a sinalização estava perfeita. Cheguei em casa viva e aliviada. 
Espero do dia de amanhã, mais tranquilidade. Enquanto isso, vou ali tomar um banho e desmaiar.
Até.



segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Como fez sol hoje de manhã, mandei lavar meu carro.
E, claro, agora está chovendo. E chovendo forte. Índio fazendo a dança da chuva, perde pra mim.
Consegui, hoje à tarde, meia hora pra deitar e descansar um pouco. Meu telefone tocou 4 vezes em menos de vinte minutos. Pessoas diferentes, querendo coisas diferentes. Lindo!
Descobri (ohhhhhh!) que arianos são (muito) implicantes. Não fiz essa descoberta olhando para o espelho. Foi observando o comportamento de outro ariano. Sério, se eu sou como ele, preciso, urgente, de tratamento. Mas tem de ser um outro tratamento. Porque, vou ser bem sincera, duvido que só terapia adiante.
(Botero)

Cheguei. E, o melhor é que quase ninguém sabe que eu fui. 
Uma amiga querida casou a uns 500km de São Paulo e, adivinhe...
Eu não gosto de casamentos, mas acho que já estou me acostumando. Só este semestre, foram três.
Esse foi quase perfeito. As imperfeições ficaram por conta do padre (completamente) xarope e da escola de samba (!!!!) no finalzinho da festa. É, você leu direito: escola de samba. Parece que agora é moda.
Do padre, nem há o que falar. Não sou fã de padres. Motivos óbvios.
Tirando isso (e a escola de samba), foi tudo de muito bom gosto. Sem contar que o noivo entrou de uniforme branco e uns 30 oficiais do Corpo de Bombeiros (com uniforme de gala) fizeram cruzamento de espadas na saída.
Óbvio, todas (absolutamente todas) as mulheres da festa suspiraram. Inclusive, eu.
E, apesar de ter sido um casamento realmente bonito (mesmo para alguém que não gosta de casamentos), estou feliz por ter voltado pra casa. Este ano, já me prometi, não viajo mais.
Espero que o fim de ano seja tranquilo, amigável e silencioso.
Eu preciso mesmo de uns dias sem fazer nadinha, só pra descansar e ler.
Como vê, minha cartinha para o Papai Noel já está praticamente escrita...

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

.
Desconfio que o meu dentista é sádico.


terça-feira, 16 de novembro de 2010

Eu *adoro* essas bobagens.
Sou facinha, facinha pra dar risada.
:)



segunda-feira, 15 de novembro de 2010



Acabei de ler no BBMP que o Baêa subiu para a Série A do Campeonato Brasileiro.
Entendo de futebol como entendo de motor de avião. Mas poxa, é uma "pressão" torcer para um time da Série B, na terra do Corinthians, né? Aqui só tem "mano".
Nem gosto de futebol, mas gosto do Baêa.
E agora ninguém mais pode me "zoar".
:P

P.S. Post dedicado ao Marquinhos, meu amigo do tempo da faculdade. De tão fanático, ele chega a ser engraçado.

(Jericó Santander)

Estranho. Estou cansada, acabei de chegar de viagem e mesmo assim, não consigo ficar em casa.
Talvez seja a cabeça cheia de coisas para resolver. Muitas coisas mesmo, sabe? 
Tudo mudando. E a vida parece uma sucessão de pequenos acontecimentos sem muito sentido. Mas só aqui dentro, porque lá fora, o mundo continua girando no mesmo eixo. E, claro, a ordem não sou eu quem dita.
Confesso que, às vezes, não tenho mais a certeza de algumas coisas que, até há bem pouco tempo, eram óbvias. Talvez por isso, eu não consiga ficar parada.  Já passei por uma transição assim, mas ela foi menos intensa que esta. E, acho, mais curta.
O jeito é esperar. Mas hoje, vou esperar na rua. E à noite volto para dormir.


domingo, 14 de novembro de 2010


(Romero Brito)

Acabei de chegar de um casamento fora de São Paulo. Usei meu vestido repolho roxo lá. Um frioooooooo e eu toda congelada. :P
Mas, sabe, o noivo é um cara que eu adoro. Então, fiquei feliz em poder ir. Aliás, fomos em bando, porque ele merece. 
Nossa, como eu gosto de viajar... Estava mesmo precisando de novos ares e descansar um pouquinho.
Aliás, quem não está?

P.S. Quando eu receber as fotos, "posto" uma aqui.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Ainda não contei, né?
Tirei o aparelho fixo (superior) na terça-feira. Agora estou com o móvel. E um sorriso bonito.
Falta agora a parte de baixo. Que vai ser logo.
Espero.

Filminho lindo pra comemorar. Porque, sabe... depois de quatro anos e meio, eu mereço!

terça-feira, 9 de novembro de 2010



               (Ana Coral Monleón Azkona)


Quase duas da manhã e eu ainda estou trabalhando.
Não é porque eu quero. É porque preciso.
Quero é dormir. Ponto. 


segunda-feira, 8 de novembro de 2010

(David Fuher)

Mesmo explodindo de dor de cabeça, fui ver Tropa de Elite 2.
Não me arrependo. Gostei.
Sem contar que o Wagner Moura é uma coisinha linda.
:P

Estou (como se fosse novidade) entupida de trabalho e sem um pingo de vontade de resolver isso. Chato, né?
Sabe, acho que quando entrar de férias, vou ficar bêbada. Dar uma festa e sei lá, tomar umas três, quatro taças de vinho. Acredite, isso é suficiente pra me deixar completamente fora da casinha.
Acho que também vou rasgar um monte de papel e sumir por uma semana. Talvez eu viaje, talvez eu me esconda embaixo da cama.

Quase comprei um iPhone hoje. Mas decidi que não vou mais comprar nada. Nem pra mim, nem pra ninguém.
Avarenta 1.0.
Não sei, na real, quais são os meus planos para o futuro, mas decidi que gastar feito uma idiota não me faz mais feliz. Só mais pobre.

Tá, filme e coisinhas de ler, pode. Por isso, comprei Kika, do Almodóvar. Foi no sebo, então, estou perdoada. Vou ver daqui a pouco.

Uma amiga minha me disse uma coisa hoje, que aliás, tem sido repetida pelos meus amigos mais próximos. Chega de falar do passado. E, claro, isso é válido não só para mim, mas para todo mundo que conheço.
A.c.a.b.e.i de constatar que insistir em lembranças passadas só me atrasa. É preciso, sempre, abrir espaço para novas oportunidades. Por mais piegas que isso soe.
Então... 1, 2, 3. Valendo!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

(Alex Andreyev)

Sério. Eu tenho medo de abrir e-mail.
Principalmente, o do trabalho.


terça-feira, 2 de novembro de 2010

 (Romero Brito)

Estou com tudo (absolutamente tudo) atrasado. Isso já é de domínio público, portanto, sem mais blá blá blá.
A questão real é a minha não vontade de colocar as pendências em dia e as desculpas que invento para justificar o "injustificável".
Dor de cabeça, calor, frio (!), chuva, dor de cabeça (again), a necessidade premente do ócio criativo e qualquer outra coisa que ocorrer. 
Hoje, a desculpa usada (e não dita) foi a precisão em andar, andar e andar. Eu preciso, sabe? Preciso muito andar. Isso me deixa mais calma, mais equilibrada (ou menos desequilibrada) e, course, menos rechonchuda.
Então fui andar. Quase quatro quilômetros pelas ruas vazias de uma terça-feira de finados.
Mas sobrou a tarde para trabalhar, certo?
Errado, porque fui assistir a "Comer, Rezar, Amar". 
E, claro, eu adorei. 
Sem contar que tinha Eddie Vedder na trilha sonora.
Covardia.
Agora o tempo esgotou. Vamos ali comigo corrigir umas provas?
Não, né?
Já suspeitava!
:P



segunda-feira, 1 de novembro de 2010

 (Salvador Dali)

Acho que estou passando pela crise dos trinta, com uns cinco anos de atraso.
E, não acho que seja uma história ligada à idade, mas à liberdade. 
Me sinto presa aos deveres, que são muitos. E eu não gosto de me sentir assim.
Aliás, detesto. 
Lua em gêmeos.
Adoro trabalhar. Não saberia viver como uma dondoca, mas todas essas coisas, esse acúmulo, essa mais-valia, essa permanência, isso tudo tem me deixado sem rumo.
Serão os hormônios?
Chá de camomila é calmante, não é? Bebi umas três xícaras hoje. Gostaria que chá de camomila corrigisse provas e fizesse parte do meu trabalho. Mas, chá de camomila acalma, não faz milagres.
Falar nisso, fui comprar umas roupinhas hoje e não achei n.a.d.a que me agradasse. Acho que isso é um milagre. 
Agora, bom mesmo seria se o milagre viesse em forma de calma. Temperança. Como na carta do tarô que eu nunca mais abri. 
Sabe como eu me sinto? Uma pintura cheia de cores e sentidos ocultos. Ocultos até mesmo para o pintor.
Desconfio que por trás disso tudo, está a minha sombra, sentada em um canto de uma casa que não existe, à meia luz, sentindo o doce prazer de ser eu, mas não ser eu. E, secretamente feliz por não ter de decidir. Só esperar. E esperar.

sábado, 30 de outubro de 2010

(Yerka)

Há dias não apareço aqui. Aliás, isso é mentira. Há dias ensaio o que escrever e vou fazer outra coisa. Qualquer outra coisa.
Me perdi. Completamente. As coisas se avolumam e minha casa está de cabeça pra baixo. Por causa da sede, deixo garrafinhas vazias de água por onde passo. E eu lembro de um pedaço de uma das mil músicas do Chico: "um copo vazio está cheio de ar". Mas não canto, porque é tão raro ficar sozinha em casa, que nem a minha voz quero escutar. O silêncio é melhor.
Quer dizer, um silêncio de mentira, porque o (terrível) karaoquê no bar aqui perto começou. Normalmente, não me incomoda, porque, ou estou cansada e durmo. Ou só escuto o começo das músicas e saio. Os dias estavam movimentados. Ainda estão, mas não aos sábados à noite. Dei um basta na minha boemia fajuta. Pelo menos, por enquanto. Neste feriado, quero ficar sozinha. Só comigo, filmes e garrafinhas de água.
Minha pressão hoje estava alta. Por isso, essa dor de cabeça que não pára. Vi metade de uns filmes malucos na TV, não fui à terapia, comi granola no potinho e comprei doce de leite. TPM é realmente uma porcaria.
Perdi, há uns dois meses, minha correntinha de ouro. Ela estava comigo desde sempre, acho que há uns trinta anos (é sério). É tão estranho olhar meu pescoço nu... mas, por mais patético que pareça, acho que isso marcou um novo recomeço. Houve uma época, em que eu enxergava mágica em tudo o que via. Hoje, não consigo. Tento, mas não consigo. Quando percebi que havia perdido a corrente, a única coisa que consegui pensar foi em um novo recomeço. Então, que isso seja parte da mágica.
Meu cabelo estava grandão. Cortei na quarta-feira. Na verdade, cortei para deixar crescer. Coisas de mulher. Cabelo cacheado crescendo "sem corte" é o fim. Não dava para perceber "o sem corte", porque, ultimamente, ele sempre estava escovado e liso. Mas, esses dias, deixei cacheado. Naquela de tomar banho e sair com o cabelo molhado. Segunda, ele sentirá o poder da escova de novo. :P
Vi "Bastardos Inglórios" (com meses de atraso). Adivinhe... Adorei. Qualquer coisa feita pelo Tarantino, eu assisto sem medo. Mas... é impressão minha ou o Brad Pitt estava fazendo a boca do Don Corleone, em "O Poderoso Chefão"? 
Ainda não vi "Tropa de Elite 2". Esperando (ansiosa) o melhor dia. O mesmo para "Comer, Rezar e Amar". Eu sei que é filme de mulherzinha, mas é bom lembrar que sou mulherzinha, mesmo que não goste de rosa. :P
Estou com duas queimaduras no cantos da boca. Acho que bebi alguma coisa ácida e saí por aí. Dermatologista na sexta. Mais essa.
Acho que vou usar aparelho pra sempre. Ia tirar no fim de outubro, mas ele ainda está aqui. Então...
Esses dias eu estava lendo a Bravo e percebi o quanto me afastei das coisas que adoro. Ano que vem, quero, pelo menos, ter tempo pra ir ao cinema e pra dormir. Trabalho como uma desesperada, ganho um pouco mais e, o detalhe: não tenho tempo para administrar isso. Aí, gasto mais do que posso. Então, não adianta nada, certo?
Dois casamentos em novembro. Semana que vem começa a odisséia em busca dos vestidos. E dos sapatos. Meus pés estão doendo só de pensar. Mas, tudo bem, no fim, eu sempre me divirto. 

Não vou revisar e nem ler de novo o que escrevi, senão, já sabe. Este post vai pro lixo.
E sabe, continuo gostando dessa idéia (ainda com acento) de não ter audiência. É tão mais confortável ter um blog quase secreto... Eu gostava do Giramundo, mas a época era outra. :)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

 (Erik Drooker)


Começou de vez o horário de verão.
Amanheceu chovendo.
E ontem à noite, acho que caiu a ficha. Se é para mudar meus padrões de escolha, que seja logo e de vez.
Eu ainda resisto. Boicote, masoquismo ou sei lá o quê. 
O charme da melancolia, da inteligência e do non sense ainda me atrai, mas pro inferno com isso tudo. 
Passando da hora de divagar (bem) menos e realizar tudo o que quero. 
Uma parte já foi. Agora vamos ao que realmente interessa.
Eu não nasci pra café com leite. E nem pra viver rodeada de gente que sofre só por existir.
Eu gosto de cores, de vento no rosto e de pensar que existe mais do que eu vejo.
Porque eu sei que existe.




domingo, 17 de outubro de 2010

Todo ano, um domigo após o dia das crianças, um amigo da Mouzes promove, para o orfanato em que é padrinho, o Passeio Motociclístico do Dia das Crianças . 
Eu sempre vou.
É muito bacana ver todos aqueles carros e motos fechando uma pista da Ayrton Senna até a cidade de Suzano.
Sem falar que nada (nada mesmo), paga ver a alegria das crianças quando chegamos com o caminhão de donativos, buzinando feito loucos.
Adoro. :)
Ano que vem estou lá de novo.
Fotos para você e vai desculpando a minha cara de cansada. É cansaço mesmo.
:P







quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Estou tão cansada que a minha vontade é de sentar e chorar.
Mas não dá tempo.
:P

(clique na tirinha para ampliar)

terça-feira, 12 de outubro de 2010



Sim, um post sumiu.
Motivos óbvios.
Tem gente que faz bobagem quando bebe um tiquinho.
Eu escrevo bobagem.
:P

E vamos ao trabalho (com urgência).
Este feriado, me programei para colocar as coisas em dia e fiz tudo ao contrário.
Até aí, nenhuma novidade... :(

P.S. Fui ontem à Bienal de Arte. Vou ter de voltar. Muito grande, muita coisa. Ainda assim, mil vezes melhor que a passada.

Hoje à noite, se der tudo certo, vou rever amigos de muitos, muitos anos. 
Bom, né?



domingo, 10 de outubro de 2010

Aqui, do meu cantinho secreto: eu vejo flores em você.
:P


 (Adão Iturrusgarai)

Preciso fazer, com urgência, um cursinho intensivo de economia doméstica.
Coisa, assim, pra ontem.

Falar nisso, hoje comprei mais um livrinho do Snoopy. Acho que já é o décimo.
De longe, a Patty Pimentinha é a minha preferida.
E livro não é supérfluo.
:P

Passei o dia com alguns amigos hoje. Descobri mais um restaurante que amo em São Paulo. Acho que um dos melhores vegetarianos que já fui. Se não for o melhor. 
É engraçado como as pessoas ainda se espantam quando descobrem que eu não como carne.
A pergunta é sempre a mesma: 
- Carne nenhuma? Nem peixe?
ou
- Como você consegue?
E não, eu não me importo com isso. É até engraçado. :)

terça-feira, 5 de outubro de 2010

(Fritz, The Cat - de Crumb)
Hoje, ganhei dois CDs com filmes do Gato Fritz (do Crumb): "Fritz, the Cat" e "As Nove Vidas de Fritz". 
Fiquei bem feliz, sabe?
Pelos filmes e claro, por lembrarem que eu gosto do Crumb.
É bom saber que, em algum lugar, alguém viu alguma coisa bacana e lembrou de mim. Faz bem.
Sei lá, com a velhice, é mais fácil assumir que gosto de demonstrações de carinho. Mesmo que sejam desprovidas de interesse. Carinho por carinho.
Sei que, às vezes, *pareço* arredia. É só uma capa mesmo. Acho que é porque estou (ainda) mais exigente e seletiva nas minhas escolhas. Não por frescura, mas porque hoje sei que, o suficiente é pouco quando eu mereço, no geral, o melhor. E o melhor, pra mim, ultimamente, vem embalado em carinho.
Pois é.
Se você me conheceu mais durona, acaba de saber que deste lado do micro há uma outra versão: a mocinha com laço de fita. Talvez, na realidade, as duas tenham virado uma só. Uma espécie de meio termo.
E eu que nunca fui chegada ao "médio", agora descubro isso...
Ou será que estou delirando (de novo)?

P.S. Levei uma cantada tão ruim de um aluno, hoje, que estou sem saber o que dizer até agora. 
Na hora pensei em: - Desinfeta, meu filho.
Mas fiquei calada. Motivos óbvios.
Não estou acostumada a levar cantadas. Ainda mais de aluno. Talvez isso explique meu espanto.



domingo, 3 de outubro de 2010

Acabei de chegar.
Acordei tarde, fiz a minha costumeira e longa caminhada de domingo, comprei jornal, um CD do Chico Buarque e votei.
10 minutos de fila, 30 segundos votando.
Rápido e *quase* higiênico.
Quase.
O chão de todas as vias do Ipiranga está repleto de santinhos.
"Santos" no chão... Por teoria, eles deveriam estar longe do chão, em um céu imaculado e chato. É até engraçado, na perspectiva do meu humor de domingo.
Falar nisso, ouvi uns senhores comentando o debate de sexta. Viraram fãs do Plínio.
- Um homem muito distinto!
E eu tive de rir, ali mesmo no meio da rua. Não pelo comentário (também por isso), mas porque lembrei de uma animação que vi esses dias.
Espero que goste.
:P



(Laerte, em Muchacha)

Matei aula de inglês hoje.
Decidi dormir até mais tarde. And, nothing else matters.
A verdade é que a culpa me domina. Mas, poxa, precisava descansar e foi o que fiz.
Tão bom acordar sem o barulho do despertador...

A novidade do dia é que fui ao lançamento do livro do Laerte: "Muchacha".
Comprei 6 livros.
3 Muchachas e 3 Piratas do Tietê com capa dura. Um luxo.
Todos autografados.
O Laerte estava vestido de Muriel. Cheguei a perguntar pra ele sobre os planos de lançar um livro.
Enquanto ele desenhava em um dos meus exemplares dos Piratas do Tietê, disse, acho que, em um esboço de sorriso, que já tem material pra isso e que está negociando.
- Vamos ver, vamos ver...
- Tomara que sim! Foi tudo o que consegui dizer em resposta. Estava envergonhada...


Passei o resto da tarde com a minha fiel escudeira, batendo papo e tomando café no Fran´s.
A Vila Madalena é, realmente, alternativa demais para os meus parâmetros. O engraçado é que todo mundo desse meio "alternativo" é bem magro. A Mouzes (também magrinha) discorda. 
Aliás, observe que eu disse "magro" e não bonito.
Embora pareça meio pretensioso, estou em uma fase vaidosa e, com licença, me achando mais... "graciosa" que o normal.
:P
Falando nisso, acho que as vitaminas que estou tomando começaram a fazer efeito. Me sinto um pouco mais disposta, embora o desânimo com o cotidiano continue igual.
B9 e B12 ajudam, claro, mas a vida não é só feita de energia para fazer abnominal, né?
Gostaria de estar motivada para estudar e trabalhar. Mas, em uma fase de transição, como a que estou atravessando, seria pedir demais. Tudo ao seu tempo. 

Ahhhhh! Acho que, finalmente, tenho um tema para a minha monografia. Se der certo, conto aqui. Se bem que, meus dois leitores já sabem... :P

Bueno, se me permite, vou ali assistir à Star Trek. Acho que ainda faltam uns dez mil episódios pra terminar a Série Clássica. Quero ver todos até o final do ano. E depois, claro, começar a primeira temporada de Deep Space 9.
Ou rever a Next Generation. De longe, a minha preferida. Tudo por causa do Data, claro!
Então, até amanhã, depois de cumprir meu dever cívico.
:P


sexta-feira, 1 de outubro de 2010

 (Frodok)

Passei a tarde inteira bocejando e com sono. Agora não consigo dormir. Já são duas e vinte da manhã e acordo às seis.
Lindo, né?
Mas tudo bem, no domingo eu tiro o atraso. :P




quarta-feira, 29 de setembro de 2010

 (Alex Andreyev)

Há uns dez anos, ganhei de um namoradinho, um monte de CDs gravados especialmente pra mim. Fácil me fazer ficar apaixonada... :P
Ontem, procurando um dos meus preferidos (o que tem The Wizard, do Uriah Heep), percebi (meio tardiamente) que mal ouvi uma das bandas desse CD: Diabolus. 
É o tipo caso de amor tardio. Não entendo como, simplesmente, deixei passar batido. É estranho, porque, quando ouvi as músicas do "Diabolus", reconheci na mesma hora. Só não havia prestado atenção. Acho que em grande parte, a culpa foi do Jethro Tull e do Uriah Heep, presentes em, praticamente, todos os CDs que ganhei. 
Ontem, indo para o trabalho e graças a um senhor engarrafamento, ouvi "Lonely Days, Night Clouded Moon, 1002 Nights e Lady of the Moon", do Diabolus. Na volta, ouvi as quatro músicas de novo e de novo. Cheguei em casa e fui correndo procurar os outros CDs dessa "safra" Achei uns quatro do Jethro, dois ou três do Uriah,  um do Rush (pois é) e um outro de uma banda chamando U.F.O. Você conhece? Vou ouvir agora e conto depois.
Como fui dispensada do trabalho hoje à noite (quase morri de cólica de manhã) e estou meio lerda por causa dos remedinhos, vou terminar de ouvir o CD e ver Star Trek,vício que "peguei" do "menino mais meigo do mundo".
Sei lá, às vezes acho que tenho sorte...

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

.
Eu não sei o que é pior: os cabelos, as roupas ou as mocinhas dançando atrás.
Mas de verdade, eu amo essa música.


sexta-feira, 24 de setembro de 2010

(clique na imagem para ampliar)

quarta-feira, 22 de setembro de 2010


Acho que já vi esse vídeo umas dez vezes. :) 


terça-feira, 21 de setembro de 2010



Acho que ninguém aqui sabe. Sou noiva há algum tempo. Meu menino era, realmente, um menino e filho de uma amiga minha. Sempre que ele me via, corria, me enchia de beijos e abraços apertados. Ele era de um carinho que deixava todo mundo feliz, sabe? 
Meu noivo havia prometido que casaria comigo quando "fosse grande". E eu disse que esperaria.
Ontem, ele morreu. 
11 anos. 
Complicações de uma leucemia sem explicação.
Eu não sou de chorar, você já me conhece. Mas, ao ver, no velório, minha amiga de anos sem o filho, não consegui sequer respirar. Chorei como um bebê. 
Solucei, meu coração disparou e eu senti que meu peito ia explodir. Cheguei em casa às 3 da manhã, anestesiada por um sentimento que até agora não compreendo.
Eu não sei o que aconteceu, mas ontem, acho que deixei que fluisse de mim, uma angústia que eu estava guardando há muito tempo. Não sei direito do que, não sei direito o porquê. 
Não fui trabalhar hoje de manhã. Dormi até mais tarde e tentei colocar algumas coisas (do trabalho) em ordem. Papéis, arquivos e idéias.
Estou bem, acredite. Bem e pensando em como tudo o que parece deslocado, toma uma nova dimensão quando olhada pela perspectiva da proximidade da morte.
 

domingo, 19 de setembro de 2010

 (Adão Iturrusgarai)

Prometi, hoje, pra mim, que no próximo final de semana, fico em casa.
Estou com tudo atrasado. Tudo mesmo e preciso descansar. No próximo feriadão, os planos são viajar, então, se eu não ajeitar minha vida agora, vai ficar impossível. 
Falar nisso, esqueci de dizer, no post anterior, que ontem à noite vi patinhos e marrecos dormindo no lago do Ibirapuera. Tão fofos. O menino mais meigo do mundo iria adorar, apesar do frio cortante. Até eu, calorenta por natureza, estava batendo o queixo. Um terror.

Hoje fui ao cinema com as meninas. Como eu escolhi o filme, perdi direito ao voto por uns dez séculos. Definitivamente, "Reflexões de um Liquidificador" não faz parte (mesmo) dos meus filmes preferidos. No momento, meu estranhamento é tanto, que ainda me faltam palavras.
Mas deixo aqui o benefício da dúvida. Assista e depois me conte, tá?


 (Siegfried Zademack)

Estou evitando pensar. Parece estranho vindo de mim, mas não tenho muita energia para isso ultimamente.
As obrigações se avolumam e eu, confesso, já não sei mais por onde começar. Meu perfeccionismo, antes, atributo paranóico que me fazia colocar o tempo e o espaço da minha vida em ordem, foi para o ralo.
Eu quero tranquilidade para fazer as coisas que realmente gosto. Para passear, ler meus livros, ver filmes e sim, trabalhar. Eu gosto de trabalhar. O que não gosto é dessa prática indecente de apagar incêndios que eu mesma promovi na minha vida. Estou exaurida. E, sim, eu mesma sou agente disso. Mea culpa, mea maxima culpa.
Preciso pagar as minhas contas e o sistema me engole. Eu me deixo ser aproveitada por ele. E o dilema, que não é só meu, permanece: como viver, manter um padrão de vida e ainda assim, ter tempo para o prazer?
Talvez fazendo do prazer, minha profissão. E, não, não é isso que você pensou. Vai além de qualquer coisa que eu consiga projetar por agora.
Estou, realmente, colocando em um prato raso decisões a tomar. Sem profundidades e subterfúgios. 
Porque é assim que me sinto neste instante: superficial. E eu sei que há tanto em mim. Tanto... que ontem, no refúgio de um planetário estrelado, no meio de São Paulo, pensei em como eu já me deixei levar por capricho e o medo. E era o que eu estava fazendo naquele momento. Sendo teimosa e caprichosa. Eu já não tinha aprendido que quando tem de ser, as coisas fluem? Muita teoria para pouca prática...
Este ano, em particular, esses últimos dias, têm sido difíceis. Não há mais esforço que antes, não há nada diferente de antes, além do reconhecimento de desejos que eu projetava de forma errada. Ainda vejo algumas coisas de uma perspectiva tardia. Ainda me culpo por respostas que dei e dias que se passaram sem que eu fizesse nada. Ontem, a madrugada demorou a passar, provavelmente, reação ao café tomado na mesa de um restaurante. 
E enquanto o café me deixava com menos frio, eu contempava meu capricho de frente, melancólico e me dando dicas de que ele não era pra mim. 
Por que eu insisto? Porque minha ansiedade e a minha pressa embaralham o óbvio. Porque eu não quero ver.
O mais difícil vem depois. É difícil articular pensamentos saudáveis quando se está insone. Em sonhos, tudo parece mais fácil de se resolver. Dormir é fuga ou descanso?
Conselheira Estelar tem razão: estou em meio a mudanças profundas. Só não sei ainda como conduzí-las. Mas já entendi que há entrelinhas que ainda não foram decifradas. Domingo passado foi um dia para isso. Para decifrar entrelinhas. Um dia forte, penoso e revelador.
E, em um ritmo meio paquidérmico, estou fazendo por mim, sabe? Buscando a cura de uma ferida que nem eu sabia que existia, vejam só...
Quebrar padrões de comportamento é trabalho hercúleo. Mas já pedi ajuda. Ela está vindo. Eu sei que está. Porque eu estou me mexendo.
De novo eu lembro do céu estrelado do planetário. Com tantas galáxias, eu estou aqui, nesta. Flutuando e viva, em um espaço de infinitas respostas de perguntas que ainda nem foram formuladas.
Agora eu sei que estou aqui. Quase pronta para ser a minha própria Supernova.

sábado, 11 de setembro de 2010


Hoje é dia de "enfartar a Madalena". Não estou muito na "vibe", mas vamos lá, né? De calça jeans e sapatilha, porque salto alto, agora, só na outra encarnação. Meus pés ainda não se recuperaram do casamento.
Espero que, pelo menos, a música seja boa.

A Conselheira Estelar me disse, no comecinho da tarde, que estou passando por um "trânsito" tão sui generis que é até meio difícil descrever. Plutão que não me abandona... 
E esta semana foi uma prova de resistência, sabe? Mas, passei por ela. 
Outras virão e "eu passarinho". 
Tenho certeza.
Só que, como se não bastasse, agora dei também pra acreditar em contos de fadas. Em qualquer um... 
Chega a ser engraçado (e meio dolorido).
Mas isso é ouuuutra história...


sexta-feira, 10 de setembro de 2010

(Ilustração de Alê Abreu)

Sabe como curar (ou, pelo menos, amenizar) uma dor de cotovelo?
Mais ou menos assim:
Acorde às 6 da manhã (depois de ter ido dormir às 2h).
Dirija 20 km para ir trabalhar.
Trabalhe até o meio-dia.
Saia correndo e leve o seu carro para a inspeção veicular obrigatória no Controlar (São Paulo agora tem mais essa).
Passe no posto de gasolina, abasteça e espere meia hora para tirar os 10 cm de poeira do seu carro com uma ducha.
Vá para casa, tome um banho e saia correndo para o salão, arrumar o seu cabelo (que já está em pé).
Depois, aproveite que está poderosa e com o cabelo lindo para passar no banco, tirar dinheiro (o que ainda resta) e depositar em ouuuuutro banco.
Volte para casa e faça a sua primeira refeição do dia.
Escreva um post, veja seus e-mails e se prepare para dirigir mais 30 km para ir trabalhar de novo.
Chegando no trabalho, tome um café pra ficar acordada, entre em uma sala com 150 aluninhos e se prepare para falar até as 23h.
Volte para casa (lá pelas 00h30), tome banho, durma e comece tudo de novo no dia seguinte.

Se eu estou bem? Estou, sim. Bem cansada. ;)
Quando é mesmo o próximo feriado?