sexta-feira, 9 de julho de 2010

Enfim, achei "o" lugar pra sair à noite em São Paulo.
Quer dizer, não dá pra ir sempre, claro. Só no dia que eu estiver com vontade de ver gente, de ouvir música alta e (muito, muito) boa, e com vontade de dançar até às quatro da manhã.
Consertando, então:  achei "o" lugar para sair, de vez em quando, à noite em São Paulo.
O estranho é que *todo* mundo já tinha me dito que o Café Piu Piu é a minha cara.
Rock, gente que gosta de rock e gente que realmente gosta de rock.
O mais legal é que, embora eu tenha visto um aluno (urg!), era facinho perceber que a maioria ali, tinha ido realmente para dançar e ouvir música. Bom, né?
Ótimo, para falar a verdade. 
É, eu sei. Sou meio chata para música, bares e baladas. Prefiro lugares mais calmos e intimistas.
Gosto de me sentir aconchegada nos lugares que frequento. E de poder conversar sem ter de gritar.
Com algumas exceções. E, tenha certeza, o Café Piu Piu entrou nessa lista. O único contra é o serviço do bar. Demorado e caro. Mas, pensando bem, estou em São Paulo. Aqui tudo é caro.
Acho que volto lá até as férias acabarem.

P.S. Estava escuro. Certo
Eu sou cegueta. Certíssimo.
Mas, juro. Acho que vi um poster do Lautrec e outro do Botero em uma das paredes. Acho!
Descubro da próxima vez que voltar.

quinta-feira, 8 de julho de 2010


Eu não sei como ainda me impressiono.
Um amigo meu de anos, do tempo em que eu ainda fazia faculdade, trabalhava com propaganda e morava em Salvador, me achou no MSN.
Bom, esse meu email é muito antigo, então, na verdade, ele não me achou, simplesmente me adicionou à nova conta de MSN dele. E sim, eu também estou na antiga.
Detalhe, esse novo MSN dele é secreto. Se é que você me entende.
Para falar a verdade, eu meio que já me acostumei a essa coisa de meninos e vida dupla. Não que eu aprove, mas... eu vou fazer o quê?
Como diz o marido de uma amiga minha:
- Você é brow!
É, eu sou "brow" e estou acostumada a ter amigos do sexo masculino. Isso é comum pra mim.
Mas, ainda me irrito profundamente com certas bobagens do outro gênero. Homens, quando estão namorando ou se casam, parecem que enfiam os rabos entre as pernas e morrem de medo de tudo.
Eu, sinceramente, acho fraqueza. E, bom, você me conhece. Meu nível de admiração é proporcional a minha amizade. Eu não respeito homens fracos. Não fui criada para isso e cresci achando que para ser homem é preciso duas coisas: ter pinto e ter hombridade.
Isso eu aprendi com meu pai, que sempre me olhava e dizia:
- Não minta e não chore. Fale a verdade ou não fale.
Chorar, eu choro às vezes. Mas, falo a verdade.
Talvez por isso eu ainda me impressione com gente que, além de se esconder e mentir, também morre de medo da mulher que tem ao lado.
Eu sei que nós mulheres somos, geralmente, ciumentas. Eu sou muito ciumenta. Não nego e não me envergonho. Porque é a verdade.
Mas ciúmes pode ser controlado, e a melhor forma de fazer isso é conhecer a verdade.
Essa é a questão: a verdade.
Toda mentira é derivada do medo e bom, medo de perder alguém só é justificável quando o outro é volúvel, nós somos cegos, ou o trauma é grande demais para qualquer explicação.
Eu não sei lidar com mentiras. Prefiro sempre a verdade. Mas é uma escolha minha. E, sim, eu também tenho traumas, (muitos) medos e vergonhas.
Mas ainda assim, mesmo sendo mulher, mesmo sendo feminina e mesmo tendo um gênio do cão, eu ainda tenho mais hombridade que muito homem que conheço. E não acho que seja uma questão social, ligada ao gênero. Acho mesmo que é uma questão de caráter.
E você sabe, caráter não se compra na loja, no supermercado e nem é dádiva do divino espírito santo. 
Ou você tem, ou você... finge que tem.
E acredite, tem gente que percebe.

quarta-feira, 7 de julho de 2010


O problema de ser uma falsa extrovertida, é que as pessoas acham que você está fazendo fita quando a timidez realmente aparece.
Não, eu não faço fita. É vergonha mesmo.


terça-feira, 6 de julho de 2010

Segunda no parque.
Com árvores, conversa e uma lonnnnnga caminhada.
O planetário está reformando, os museus estavam fechados, mas o passeio foi muito bom.
Precisava de ar puro e verde.
Queria tirar foto dos patos e dos marrequinhos, mas eles estavam bravos. Então, tirei fotos de árvores.
A da cerejeira foi pra você. ;)

  

Hoje, terça, aproveitei o dia de faxina em casa e saí para resolver umas coisas. Mas antes, fui para a acupuntura.
Colocaram muitas agulhas perto do meu nariz. Muitas mesmo. Fiquei parecendo uma punk. Queria ter tirado foto, mas ia ser esquisito parar no meio da consulta pra isso. :P


(Laerte)

Depois fui visitar uma amiga que trabalha no banco e claro, cadastrar uma senha sem pegar fila. :)
É, eu sou desse tipo.
Como o banco fica na Augusta, aproveitei para ver vitrines diferentes, sebos bacanas e toda aquela gente esquisita que quer ser alternativa, mas é igual a qualquer alternativo. Essa é a parte que acho melhor: todo mundo se veste igual, mesmo quem se veste diferente.
Mas está valendo. Calça xadrez e sapato vermelho é melhor que calça social e sapato que brilha.
:P
A melhor parte: comprei dois filmes em uma banquinha que vende coisas meio raras, mas acho que tenho cara de quem só assiste porcaria.
Cheguei perto e o vendedor foi logo dizendo: 
- Nós não vendemos filmes da moda. Comerciais.
- Certo. Mas quanto é esse?
- Se você quiser, tem as banquinhas aí do lado.
E eu ri. Porque o cara se parece com Raul Seixas, eu já comprei mais de dez filmes lá e, sei lá, ele devia estar numa viagem meio transcendental.
- Moço, eu tenho cara de burra?
- Não, mas não custa avisar...

Ah! Levei uma multa de trânsito. Eu estava a absurdos 78km/h.
Praticamente rompendo a velocidade da luz. Mas enfim... vou pagar, né?
"Errou, tá errado".

Falar nisso, um vídeo da cidade inacreditavelmente sem trânsito no dia do jogo do Brasil x Holanda.
Isso, em SP, só de quatro em quatro anos.




domingo, 4 de julho de 2010

Eu sei que eu pareço uma boba quando meu celular toca. Na verdade, não gosto de celular. Quer dizer, dos toques. Sempre me assusto e acho que "lá vem problema". Então, resolvi, há tempos, colocar uma musiquinha que me fizesse feliz. Mesmo que, para isso, precise papel de boba.
Normalmente, n.i.n.g.u.é.m sabe do que se trata. Então, eu fico rindo sozinha. 
Afinal, louca por louca, sou uma louca interestelar.
:)




sábado, 3 de julho de 2010

E eu sou muito (muito) boba mesmo.
Ainda não aprendi que tem coisa que é melhor deixar pra lá.
É como falar de ciência para um criacionista ou de razão para um adolescente apaixonado.
Ambos não vão entender uma palavra e ainda vão achar o resto do mundo chato.
Vai ver que o mundo é chato mesmo...

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Primeiro dia de férias.
E, sinceramente, ainda não coloquei os pés fora de casa.
Dor de cabeça e tpm.
Decidi: primeiro vou descansar uns dias e depois cuido do resto.

quarta-feira, 30 de junho de 2010



Assinei meu recibo de férias ontem. Oficialmente, daqui a dois dias poderei dormir até às duas horas da tarde por um mês. Coisa que sei, não vou conseguir fazer. Mas, posso. Essa é a parte importante.
Quer dizer... dia 7, vou trabalhar. Mesmo de férias. Mas, dessa vez, para ajudar uma amiga. Um diazinho, só. Então, não tem problema.
Enquanto isso, com licença, vou ali mergulhar de novo em pilhas e pilhas de coisas para fazer.
Dois dias mais demorados, esses...


P.S. O gigante inteligente pediu demissão. Passou na seleção do doutorado. Perdi minha companhia preferida de segunda e quarta. E meu "pegador" oficial de café.
Aos pouquinhos, as pessoas mais legais estão indo embora. E os chatos, claro, ficam... 
:( 

sábado, 26 de junho de 2010


Gribada. De dovo.
Cheguei a ficar com medo de ser uma pneumonia e, confesso, não fui ao médico por pura falta de tempo.
Se isso é insano? Completamente.
Mas eu, realmente, precisava finalizar algumas coisas. Finalizadas, agora estou um pouco melhor.
Sexta, enquanto cuidava da pior das pendências, já senti meu nariz vivo de novo. Consegui até respirar por ele sem ajuda. Veja só que maravilha...

O duro foi ter de ouvir a historinha, hoje, da minha vizinha.
Muito inteligente, ela pagou a minha conta da Net. Por sinal, já paga, porque é débito automático.
A dona de casa genial confundiu os envelopes e veio brava aqui em casa, dizendo que a minha fatura estava dentro do envelope dela.
An-ram!
Eu, pobre alma sonada, estava, enfim, indo dormir um pouco, depois de dias de olheiras e me deparo com mais essa.
Não tive dúvidas, liguei para a Net e fiz a moça explicar para a minha vizinha genial que, evidente, a culpa era dela e não minha. E, claro, solicitei a devolução do dinheiro.
Já cheguei a conclusão de que não é muito bom falar comigo quando eu estou:
a) com cólica
b) com (muito) sono
c) exausta.
Se você já passou por uma dessas situações, compreende.

Semana passada, a moça da loja do café veio me contar que o sujeito altão da esquina perguntou, meio assim, do nada, o que eu fazia.
- Ela é vendedora de roupa?
- Não.
- Ah... É que ela vive correndo, cheia de sacola. Mochila...
- Ela é professora. Deve ser trabalho de aluno. Livro, essas coisas.
Aí ele ficou em silêncio um tempo e...
- Tem jeito mesmo. Ela é séria, né? Não deve ser fácil ensinar crianças.
- Pois é... e deu risada, pensando na cara que eu faria.
Agora me diga, por que t-o-d-o mundo acha que eu dou aula pra criança?
Eu tenho cara de Super Nanny?


A bateria do meu celular super-super dura, no máximo, 24 horas. 
Péssimo.
E apesar da câmera maravilhosa e do acesso à internet, sim, já estou pensando em trocar, ou voltar ao Paleolítico e usar o meu antigo. Dúvida cruel.

Comprei mais livros.
E, eu nem consigo ler os que estão aqui. 

Qual o meu problema com gente de aquário?
Sério. 
Descobri, esta semana, que o moço gigante e inteligente lá do trabalho, que, gentilmente, me ajudou a corrigir singelas 150 provas e que, sempre me traz café quando estou com preguiça de levantar, é de aquário.
Certeza: se alguém vai com a minha cara, sem qualquer explicação lógica, é de aquário. Ou tem ascendente em aquário.
E eu, claro, fico de mãos atadas, porque não sei como lidar com pessoas de aquário. Traumas profundos. :P Mãe de aquário, orientadora do mestrado de aquário, amigos de aquário, (muitos) ex amores de aquário...
Conselheira estelar disse que a melhor forma de lidar com isso é enfrentando. Às vezes, eu acho que é fugindo. Sei lá... é meio complicado para uma ariana com os pés em capricórnio lidar com as abstrações e dúvidas existenciais dos aquarianos.
O pior de tudo é que gente assim (sempre) me atrai. Talvez porque tenham os melhores papos, as ideias mais malucas...


Dia 24 foi dia de São João. Pessoal em Salvador se esbaldando e eu camelando. Será que vendem curau pela internet?

Quer me dar um presente? Creme de mão de cacau da Natura. A-d-o-r-o! Tenho um em cada canto: na bolsa, no carro, no banheiro, no quarto...

Perguntaram, no meu trabalho, quando eu vou fazer o doutorado.
Nem tive forças pra responder. Só ri, assim, meio amarelo.
Devem estar brincando, né? Ou então, inventaram um dia com 60 horas e não me avisaram.

A moça da Panini ligou para renovar minha assinatura da Turma da Mônica:
- As crianças estão gostando?
- Estão.
- Quantos filhos a senhora tem? Perguntou toda simpática.
- Nenhum.
Silêncio.
- Compreendo senhora. São para seus sobrinhos?
- Não, são pra mim mesmo.
...
- Vai ser no cartão de débito ou de crédito?



terça-feira, 22 de junho de 2010

(Orgulho e Preconceito)


4 x 0
E não é pra mim, claro.
Já está virando piada.
Deixa estar, que um dia eu viro o jogo. 
Anota aí.


Comprei um edredon tão macio, mas tão macio, que eu fico feliz só em saber que daqui a pouco vou deitar.
Macio e conforto são duas palavras que, definitivamente, combinam comigo.


Acho que já vi "Orgulho e Preconceito" umas dez vezes.
E, toda vez que passa na TV, eu paro tudo, sento e assisto de novo.
Cafonice total a minha, eu sei. Mas, eu tenho um lado romântico que me denuncia e me faz passar vergonha.
Complexo de Cinderela perde...


segunda-feira, 21 de junho de 2010

Tem gente que não entende ironia, né?
Nem dá gosto ser má...


Falar em ironia...

(Caco Galhardo)

E, disseram de novo que eu pareço com a Mafalda.
Mesmo, mesmo? Sei...
:P
(Mafalda, de Quino)


P.S. Eu sei que não deveria. Mas esse cheirinho de madrugada de outuno me dá saudade de um tempo que (ainda bem) já passou. Tenho até sonhado com isso.


quarta-feira, 16 de junho de 2010

 (Benett)

T-o-d-o final de semestre é a mesma coisa.
Eu durmo pouco, eu trabalho muito, eu não consigo pensar direito (por causa do sono), eu faço bobagem, eu fico sensível e eu digo não a 95% dos alunos que me procuram (e me atazanam) pedindo nota.
Ontem, a minha cara de cansada era tão evidente, que os alunos ficaram com pena de mim. E, claro, aproveitaram a ocasião pra me mandar "dormir".
Hoje, percebi que estou rangendo os dentes. Resolvi que minha cota de aborrecimento de fim de semestre já se esgotou. A partir de agora, tudo de chato ou ruim que eu ouvir (ou ler), vai ganhar um shift+del.
Que o universo, as fadinhas azuis, os anjinhos barrocos, os duendes de jardim, as abelhas rainhas e os robôs interestelares me ajudem.
Amém!




Entrando aqui, rapidinho, só pra dizer que eu gostaria que uma vez por semana o Brasil jogasse em uma Copa do Mundo.
Nunca (nunca mesmo) vi um trânsito assim em São Paulo. 
Sem engarrafamento, sem motos, sem buzinas e sem gente mal educada que desconhece a existência de seta e de limite de velocidade.
Pena que as vuvuzelas eram ouvidas de longe. 
Falar nisso, que joguinho meia boca...


sábado, 12 de junho de 2010

(Imagem de Dieter Braun)


Acabei de receber a gravação da minha Revolução Solar de 2010.

Ariana, com ascendente em capricórnio: trabalho, trabalho e trabalho.
Lua em gêmeos: arte, prazer e pensamento.
Mudanças, poder e viagens.
Mas o que realmente me chamou atenção nessa revolução solar foi a frase:
- Se você se permitir, Lidiane.
Se...

Quero muito me permitir, sabe? Muito, muito.
Liberdade interior. Desmascarar meus monstros e brincar com a sombra. A minha sombra.
Eu sempre me imaginei livre, independente e pelo mundo. Talvez, em busca disso, eu tenha me prendido a um modelo ideal de vida. E, por medo, repressão ou caretice mesmo, eu tenha ficado, tempo demais, presa dentro de mim. Ensimesmada. Uma contradição bem ao meu estilo. Eu quero, mas eu nego que quero.
Não é fácil quebrar conceitos. Mas, você me conhece. Se de um lado eu me recolho, do outro eu tenho força para quebrar o ovo em que me escondi.
Estava aqui pensando que, talvez, a minha pedra filosofal seja não ter uma pedra filosofal. Quebrar tudo o que é duro e transformar meus monstros em minha quintessência.
Eu sei que Plutão me ronda. E Plutão não é fácil. Nem é mais planeta e fica me alfinetando...
Mas sei também que Plutão só alfineta quem tem estrela.
Então eu olho para o céu de dia e vejo o sol. Uma estrela.
Olho para o céu à noite e vejo estrelas. Um passado de estrelas.
Mas quando olho para o espelho, eu não consigo ver muita coisa além de um sorriso emprestado de Cheshire e olhos que se apertam em mais perguntas que respostas.
Agora eu sei que não é o melhor período para isso, mas quero muito decantar minhas ideias e também fazer uma revolução.
Estelar, claro. Porque até o sol, é uma estrela.

domingo, 6 de junho de 2010



Fui e já voltei. Não queria pegar estrada, mas...
Conheci o Artur, o cachorrinho da minha irmã. Um West White Terrier (sabe o cachorrinho do IG? Desse).
Os coelhos continuam lindos.
E eu estou super cansada e com sono.
:P

Acabei de chegar do teatro.
Fui ver "Cinema".
Sim, é este o nome da peça: Cinema.
Estranho, né? 
Mas, eu gostei. Embora, confesso, tenha me sentido desconsertada em alguns momentos. Um deles, em particular.
E, cá, do alto do meu amadorismo, tenho certeza, o objetivo foi esse mesmo: desconsertar o espectador.
Conseguiram.
As pessoas ficaram sem saber o que fazer. Alguns tossiram, outros se mexeram nas cadeiras, de agonia, acho. O mais engraçado foram os que aplaudiram, talvez afoitos para que aqueles segundos eternos acabassem logo.
Eu, claro, nem respirei. Juro. Medo de ser notada.
Saí do teatro pensativa. Como sempre, aliás. E, fui presenteada com o frio gelado da Paulista no rosto.
Se você me conhece, sabe o quanto gosto disso. Ainda mais na Paulista...

Decidi, depois da peça, conhecer a Estação de Metrô Sacomã, "a mais moderna da América Latina" e inaugurada recentemente.
Eu sei que parece estranho. Mas é que um grupo de alunos fez um trabalho sobre a estação e eu fiquei super curiosa. Além do mais, amo andar de metrô e a estação Sacomã fica apenas a uma estação da minha casa, então...
Tirei fotos, claro. Esse celular já se pagou só pela câmera. Descobri que ele tem 5 megapixel e zoom (o problema é que ainda não sei usar o zoom, mas isso é detalhe).
As fotos só não ficaram melhores, porque a fotógrafa não contribuiu, então, seja compreensivo, tá?

 (Estação de Metrô Sacomã) 


(Outro ângulo)


(Olha só a altura dessa escada)

(Vista de baixo pra cima)


(Catracas modernosas com portas automáticas)


(Portas de segurança no embarque)


sábado, 5 de junho de 2010

(Árvores do Ibirapuera - testando o celular) 

(Pedacinho escondido do lago do Ibirapuera)


 (Eu e a primeira foto do celular novo -êba!)


Dias estranhos, tempo esquisito e eu não paro de trabalhar.
Nada de anormal, certo?
Errado.
Porque, justamente, no dia em que eu decido sair para aproveitar o solzinho de outono e passar um dia leve e calmo com os amigos, dou de cara com o Big Boss. 
São Paulo é tãoooooooooo grande, e, claro, eu tinha de escolher a mesa, e-x-a-t-a-m-e-n-t-e, ao lado da dele...
Moça sortuda, eu!
:P

Estou levando uma surra do celular novo. Ele só não faz café, mas acho que falta pouco pra isso.
O problema é que até agora não entendi direito como funciona o sistema Android dele. Preciso ler o manual, mas ainda não deu.
Pra falar a verdade, estou até gostando, apesar de. Novidades sempre trazem coisas boas e é só uma questão de me adaptar novamente.
Testei a câmera e gostei. As fotos têm uma definição bem melhor que a do meu antigo. O envio e recebimento de emails também funcionam direitinho. Só não gostei dos toques e do tecladinho touch screen. É pequeno demais, mesmo para os meus dedinhos. Uma pessoa com mãos grandes, certamente iria se atrapalhar toda.
O melhor de tudo foi o preço. Como tinha bônus na operadora, ele me saiu por trezentos e oitenta reaizinhos.

Vi "Simplesmente Complicado" esses dias e me peguei pensando como a Meryl Streep é a melhor atriz que eu já vi atuar. Ela é uma feia tão linda que fico encantada toda vez que assisto alguma coisa com ela.
Elegância tem de ser natural, né? Sensualidade, idem.
Gente que faz caras e bocas é o fim. Em todos os sentidos. O mesmo pra quem se enfeita demais, enfeita exageradamente casa, carro, mesa de trabalho... Tão kitsch! Mas isso é coisa minha, claro. Tem gosto pra tudo, eu sei.

E já que estou na rabugice... pelamor, o que são essas pessoas que falam sozinhas? Pior: elas ainda respondem as perguntas que elas mesmas se fazem e narram os "procedimentos" que estão executando (!!!!).
Tudo bem se você quer falar sozinho. Nada contra, desde que eu não esteja perto e seja obrigada a ouvir, né? Porque, alouuuuuuu, eu quero trabalhar em silêncio e concentrada.
Talvez seja necessidade de platéia. Ou carência. Ou maluquice mesmo.
Vai saber...

Meu note está dando pau. Vez ou outra eu ligo, a ventoinha fica girando e nada da tela dar sinal de vida. Fiz um teste e ele volta a funcionar quando eu desconecto o mouse.
Não acho que seja realmente um problema de HD, hardware ou software. Acho que é temperamento ruim mesmo. Um notebook temperamental...
Já acabou a garantia e estou pensando em formatar. Quer dizer, estou pensando em mandar alguém formatar. O "Vista" vai sair, isso eu não tenho dúvidas. Só não sei se coloco o XP ou o Win 7. 
Também preciso colocar o Office no menorzinho. Ele só tem o pacote BROffice, que é *muito* ruim. O problema é que também não me adaptei muito bem ao Word novo (que não é nem tão novo assim). Estou adiando o que posso pra fazer isso. Talvez na esperança de que "o menino mais meigo do mundo" resolva me fazer feliz e venha aqui só para isso. Sonho meu, né? :P

Depois de, sei lá, três, quatro anos, aceitei que sou "reativa" quando me aproximo demais de alguém. Conselheira estelar respirou aliviada, acho. Talvez minha chatice venha daí. Embora, há que ache que sou implicante de propósito. Sou não. Diz ela que faço isso para me proteger. Desconfio que para me proteger de mim mesma. Porque no fundo, eu sou uma boba carinhosa e que gosta de cuidar de quem eu amo. É mais ou menos assim: eu acredito mesmo naquela coisa meio brega de que "quando a gente gosta, é claro que a gente cuida". E, por favor, não entenda por cuidar, ser grudento. Não gosto de grude. Gosto de atenção, é diferente. E, cuidar é se importar. Ser leal e não mentir. Você sabe... não gosto de mentiras. Mas isso é outra história...

Minha irmã está de casa nova e amanhã é a "festa de inauguração". Vou sair para comprar um presente. Pensei em um edredon bem quentinho e de malha. Presente útil, para tempos de frio. Não pode ser nada muito caro, então, acho que ela vai gostar.

Nossa, como eu gosto de uva passa! Daquelas bem pretinhas e pequenas. Lembra a minha infância. Meu pai sempre chegava em casa com aquelas caixinhas vermelhinhas. E jujubas. Acho que minha irmã gosta tanto quanto eu. Vou levar jujubas pra ela também. É uma pena que grudam no aparelho. Que, pelo visto, vão ficar comigo ainda por um lonnnngo tempo. 
Dentista me prometeu tirar ano que vem. Mas, ano passado, ele disse que iria tirar este ano. 
Aliás, fui lá esses dias e ele nem comentou o fim de Lost comigo. Naturalmente deve ter adivinhado que eu d-e-t-e-s-t-e-i.

18 graus. Casaco novo e sensação de aconchego. AMO esse tempo.


segunda-feira, 31 de maio de 2010


Acabei de chegar de uma caminhada.
Deixei tudo para lá e fui andar.
Eu queria algumas respostas. Mas acho que ainda não estou preparada para elas.
De brinde, ganhei vento gelado no rosto.
Gosto de dias assim, frios e com sol. 
Outono, você sabe...

 (Garfield - daqui)

Esta madrugada (ou manhã, não sei), tive um sonho muito estranho. No fim, foi até reconfortante. Mais do que assustador ou confuso.
Acordei mais feliz, embora saiba que não foi real. Foi um sonho.
Acho que vou me render e acreditar no que ouvi dia desses. Ouvi que sonhos funcionam, muitas vezes, para "resolver coisas dentro da gente". Coisas que, em condições normais de temperatura e pressão, não conseguimos enxergar ou processar.
Talvez esse meu sonho tenha sido a tecla "sap" do entendimento que preciso de uma história passada. 
Talvez seja só delírio.
Quem sabe?
Na dúvida, vou fazer de tudo para que, finalmente, meu coração e minha mente entrem em compasso, em mim, na vida e nesse infinito e confuso universo bailarino.
Estou com os dedos cruzados em uma mão e fazendo figa em outra.


A vida, às vezes, faz a gente entender as coisas de uma forma meio torta.
Há alguns meses, reli uma historinha sobre ser feliz ou ter razão.
Todo mundo, claro, na teoria, prefere ser feliz.
Na prática, quer ter razão.
Eu não fujo à regra.
Na sexta, eu poderia ter ficado calada. Poderia ter me omitido e sido feliz. Mas, você sabe que eu não gosto de mentir.
Foi aí que lembrei da tal historinha do ser feliz ou ter razão.
A ficha caiu.
Tem coisas que a gente precisa ignorar. Não ouvir.
Entender, de uma vez por todas, que algumas situações não se resolvem assim, de uma hora pra outra.
E que em toda discussão, há sempre dois lados. Omissão de responsabilidade é para quem não sabe olhar além do próprio umbigo.
E nesse sentido, não peco. Sei que também tenho responsabilidade no que ouço e no que falo.
Sendo mais direta: eu sou reservada. É difícil se aproximar de mim. Se você se aproximou, foi porque eu, de alguma forma, deixei. E eu sou leal. 
Se você é meu amigo, meu amor, ou qualquer outra coisa, sabe que eu sou leal. E não me furto de conversar. De tentar entender. Mas chega uma hora que cansa.
E na sexta, eu cansei. Mas eu não queria. Voltei pra casa chateada porque acho que deveria ter ficado calada e deixado pra lá.
Hoje, "o menino mais meigo do mundo", adorável como sempre, tentou me consolar e me fazer entender que as pessoas, às vezes, são agressivas e mal educadas por insegurança.
Eu ouvi o que ele disse, claro. E compreendo. Porque todos somos assim, vez ou outra.
Você, eu, todos nós, já fomos ou seremos mal educados por insegurança
A verdade? Eu quero esquecer isso e continuar para "o alto e avante", como sempre.
Só que hoje, não consegui "jogar o jogo do contente" o tempo inteiro.
E, só fiquei realmente feliz quando ouvi, do outro lado da linha:
- Estou com saudade.
Porque eu também estou.
Muita.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Eu sei que para a maioria das pessoas esse "vídeo" não faz o menor sentido.
Para falar a verdade, eu nem gosto da Lady Gaga (e não me importo com o que as pessoas acham), mas essa música cantada, assim, e por eles, ficou muito, muito boa. 
Não me canso de ver (e rir).
:)






sábado, 22 de maio de 2010



Combledamende endubida.
Nunca espirrei tanto na vida.
E a garganta dóóóói.
Será que é reação à vacina?



sexta-feira, 21 de maio de 2010

 (Spiral Galaxy NGC 3190 Almost Sideways - daqui)


"Tão correto e tão bonito, 
o infinito é, realmente, um dos deuses mais lindos".
Legião Urbana - Quase sem querer
(passei o dia todo cantando essa música)



segunda-feira, 17 de maio de 2010

 (Gilmar, daqui)

Acabei de mandar um email para um amigo pedindo ajuda.
A resposta: 
- Eu também não sei. Onde eu amarrei meu jegue?

Saber, eu não sei, mas o dele deve estar perto do meu...

Fim de semestre é isso aí.


(Jacek Yerka)

Tanta coisa pra fazer e eu, sinceramente, nem sei por onde começar.
Fiz uma listinha (de três páginas de uma agenda pequena), mas não consigo me decidir.
Isso que dá passar o fim de semana na rua.
Mas, valeu.
Embora eu de-tes-te comida japonesa, lá fui eu para um restaurante super tradicional. Curso intensivo de cultura oriental e comidinhas exóticas. Comi, mas...
A verdade é que fui pela companhia. Estar entre amigos me faz bem, você sabe.
Depois, café no Girondino (que amo), passeio pela cidade e Virada Cultural.
Gostaria de ter aproveitado mais da Virada, mas fica para o ano que vem. Decidi que vou me programar para isso. De lindo mesmo, este ano, vi o Ballet Canela Fina.

Tenho pensado muito, sobre muitas coisas. Talvez por isso essa enxaqueca tão chata esses dias. Eu sou meio reticente em tomar remédios. Não gosto, mas os santos, anjos e robôs iluminem o inventor do Dorflex.

Esses dias recebi uma notícia de uma pessoa distante que, sinceramente, me abalou. E, de novo (e de novo), percebi que os caminhos tortuosos e sofrimentos aparentemente sem sentido, têm um sentido (óóóóóó!).
Mas, juro. Tive de me segurar para não mandar um e-mail dizendo que sentia muito. Acho que sinto muito mesmo.  Só que, não mandei e-mail, não liguei, não fiz nada. Porque, apesar de ter ficado preocupada, racionalmente a melhor coisa a se fazer é nada.
Acho que você entende.
(E essa imagem do Yerka... é tão parecida com a imagem que guardo na memória...).

Falar nisso (e trocando de assunto), gente ingrata é o fim, né?
É!

Alguém está vendo Lost?
Eu sabiaaaaaaaaaaaaaaa. Esse Jacob é um tonto.
Homens de preto, além de mais interessantes, têm mais história pra contar.

sábado, 15 de maio de 2010

(Vladimir Kush)

Sabe a verdade? Eu gosto de gente que ferve por dentro. Gente de idéias, não de ideais. Gente que me inspira, me incita e me faz acreditar que é possível transformar o improvável em matéria. Gente que pensa e que vibra. Gente que faz desaparecer o mais sólido dos conceitos, lá onde termina o infinito negativo e começa o positivo. 
Gente de conhecimento, de prática e de imaginação.

Você é assim?


"Detesto almas acanhadas. 
Nada têm de bom e quase nada de mau".
Nietzsche

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Só "xorandu".




 (Imagem do filme Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton)

Está friozinho e eu estou feliz por isso. Me sinto bem mais à vontade no outono. Nem muito calor, nem muito frio. Uma delícia.

Esses dias percebi que sou mais normal do que imaginava. Como tem bizarrice nesse mundo! Ouvi tantas histórias completamente loucas esta última semana, que me sinto pintada em tons pastéis. O meu vermelho ganhou várias pincelas de um branco sem medida.

Ontem teve um coral de crianças na sala dos professores, meia hora antes das aulas começarem. Encantada total. Coisa mais querida do mundo ouvir aquelas coisinhas cantando em um dialeto africano, afinadas e sorridentes. Tão diferentes dos meus alunos adultos, cansados e cheios de senãos...

Não gosto de futebol, mas ultimamente me divirto demais provocando os alunos, os meninos do audiovisual e os manobristas do estacionamento lá do trabalho.
Eles não conseguem acreditar que eu torço pro "Bahia" e ficam bravos com o meu repertório de piadas sobre os times e resultados dos jogos.
Eu não sei onde ouvi isso, mas concordo: "a melhor parte do futebol é poder 'zoar' os fanáticos.

Dentista, ontem, passou meia hora só falando de Lost comigo. E eu de boca aberta.
Pelo menos, ele foi bonzinho e apertou menos o aparelho.
No próximo mês, eu estou no sal. A série acaba esses dias.

Fui ver Alice, hoje. Em 3D, claro.
Ao contrário da maioria das pessoas com quem conversei, gostei da história, gostei de ver uma Alice mais velha, da ideia do sonho como fio condutor do enredo e da solução encontrada para o final. Que, é claro, não vou contar.
Mas, não gostei do Deep no filme. É como se eu estivesse vendo Willy Wonka, na Fantástica Fábrica de Chocolate, com cabelos diferentes e olhos verdes. A mesma caricatura, os mesmos traquejos.
Em compensação, a Rainha de Copas estava fabulosa. A personagem mais intensa e bem trabalhada no filme.
Além disso, o gato Cheshire, com um temperinho de maldade, me deixou secretamente feliz.
Os efeitos em 3D foram pobres e faltou um "quê" que me arrebatasse. Na verdade, eu esperava mais intensidade de Tim Burton. Mas, sim, eu veria o filme novamente. Vale a pena.

terça-feira, 11 de maio de 2010

(Dali - Fantasma de Vermeer Van Delft que pode ser utilizado como mesa)


Eu sei que é difícil acreditar, mas sou silenciosa.
Não gosto de barulho, então, não faço muito barulho.
Andando, comendo, vendo tv, lendo e dormindo, eu sou silenciosa.
Gosto de música baixa, gente de voz melódica, carros que não roncam e barulho de metrô. Única e exclusivamente porque abafa o som das pessoas.
É claro que há momentos em que eu falo. E falo muito.
Gosto de conversar. E se acho alguém que tenha assunto, desando a conversar. E rir.
Nesses momentos, entre os amigos, eu sou falante. E eu trabalho falando.
Fora isso, nem vai perceber que estou em casa ou em algum lugar. 
Tudo isso pra dizer que detesto gente barulhenta. Gente que narra os acontecimentos cotidianos:
- Agora vou lavar louça.
- Tenho de ir ao banco hoje.
- Este leite está quente, mas vou tomar com biscoito gelado.
Também não gosto de quem respira alto. É muito estranho alguém provando pra você o tempo todo que está vivo porque respira. Eu já sei que está.
Sim, estou meio emburrada. Talvez se eu dormisse um pouco mais e tivesse mais tempo para decantar meus pensamentos, não me incomodaria tanto o barulho do mundo.
Mas isso não acontece, então, fiquei  feliz quando esses dias, perguntei a um amigo o que faríamos até derminada hora. E ele disse a frase mais deliciosa da semana (acho que depois de ler meus pensamentos):
- Nada. Hoje vamos ficar só olhando.
E ficamos.



segunda-feira, 10 de maio de 2010

Tenho muito a dizer, não.
Só não tenho tido muita paciência para o-mais-do-mesmo. O que inclui gente depressiva.com e compras no supermercado.
Então, para não falar bobagem, prefiro me preservar e ficar observando. O que, claro, não me confere, exatamente, o status de boazinha. 
Melhor pensar bobagem, que falar bobagem, certo?

Ah! Vi 2012 (com meses de atraso). A.i.n.d.a bem que não gastei dinheiro no cinema. 
Alice ainda está na pauta. E O Homem de Ferro também. 
Só falta arrumar um tempinho...


(Benett - daqui)

domingo, 2 de maio de 2010


(Laerte - daqui)

Rindo aqui.
Hoje, aliás, agora há pouco, disse uma coisa parecida para o "meu amigo psicólogo".
Nem tudo é paranóia, obssessão, neurose ou histeria.
Às vezes, é só o cotidiano mesmo.