terça-feira, 1 de setembro de 2009


(Prédio da Fiesp, na Paulista)

Ontem, às sete da manhã, no meio da Paulista, uma bandeirona do Brasil coloriu o meu dia. E o céu estava tão azul que não resisti e tirei uma foto. São Paulo, naquele momento, para mim, se fez linda. Pelos contrastes, pelo gigantismo, por eu estar aqui.
Apesar da rotina estafante, do meu evidente cansaço e do mau humor esses dias, se você olhasse para mim, naqueles poucos minutos, veria um sorrisão estampado no meu rosto.
Pena que a foto não ficou das melhores. Eu sei... :P

Mamis viajou correndo para Minas ontem. Meu tio está em coma. Estamos todos meio apreensivos. Pois é... e quem foi mesmo que disse que o homem já nasce com o gérmem da própria destruição? Por mais que eu tente, não lembro o autor. Mas lembro bem de ter ficado umas boas horas muda, depois de ouvir essa frase. Às vezes, sinto tanta saudades da faculdade de história e de aprender coisas assim. Sinto tanta falta de gente que me inspire, que me faça querer aprender mais. Sinto uma honesta e sincera falta de me apaixonar pelas coisas e pelas pessoas...

Minha irmã me deu um livro com tirinhas da Luluzinha.
Só alguém que me conhece desde bem pequena para adivinhar minha felicidade com um mimo desses.
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(clique para ampliar)
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Um comentário:

Burtonesca disse...

Seu sentimento traduz algo que eu venho dizendo demais ultimamente: sofro de falta de fé na raça humana. Tal vez eu teria me entendido melhor assim, acreditando que a vida e as pessoas tem sim um lado bom; só tá fazendo falta gente e situaçoes que me inspirem.

:*

OBS: Qdo fui embora ainda nao tinha esse bandeirao pintado na Paulista. Achei legal. Porque odeio o fato de Sao paulo ser uma cidade de concreto. Deprimente competir o cinza dos edificios com o smoke do ar. Arggggg.