sábado, 10 de outubro de 2009


(Escher)

Noooussa, tanta coisa acumulada pra falar. Tanta! Mas você já sabe... sem tempo. Pois é, o Transitivo está virando monotemático. Sem tempo, sem tempo, sem tempo. Só dá isso.

Hoje fui ao melhor restaurante vegetariano do mundo (nhé). Fica no Centro, perto da Estação da Luz. Acho que o nome é Lotus. Peguei um monte de cartão e depois repasso. O mais bonitinho foi a escolha. A única natureba do grupo era eu. :P

Aliás, natureba vírgula. Adoro uma bobagem, mas não sou fã de bolo. Só que a mamilis fez um, hoje, de milho com passas que pelamor. A casa está cheirando a bolo. Não resisti e estou aqui, comendo de joelhos. Vai ter mão boa assim pra doce em outro canto. Afe!

Fui comprar um presente ontem e quase chorei. A Saraiva, aqui perto de casa, está um luxo. Tanta coisa boa e eu nem consigo ler meus gibis. Pra falar a verdade, ultimamente, está dureza conseguir ler qualquer coisa que não seja livro técnico ou e-mail. Mas não resisti. Você sabe, sou doente. Além dos dois livros de presente, comprei um pra mim, da Marisa Lajolo. É uma espécie de coletânia de textos de autores consagrados sobre obras de arte que foram ou são importantes para cada um deles. Mais ou menos como "um texto para uma tela que me inspirou". Nunca vi nada tão parecido comigo. E é um livrinho, fino, laranja, modesto. Mas, tão lindo que, juro, cada pedacinho de mim sorriu quando viu. E, claro, ainda não li. Mas vou. Juro. Talvez hoje de madrugada, quando chegar.

Saudades dos meus amigos, sabe? De dois, em específico. E não digo quais são. :P

Um aluno me deu toda a discografia do Pink Floyd em mp3. Pergunta se não estou feliz.
E sim, apesar de brava, ainda existem pessoas neste mundo que vencem o medo e chegam perto.
Tudo o que mais gosto da vida é de carinho, mas tem gente que não se toca.
:)

Daqui a pouco vou sair (de novo). Nunca fui a um pub. E dizem que esse é muito bom.
Já tinha ouvido falar, mas nunca deu certo ir.
All Black, conhece? É irlandês e hoje é dia de Classic Rock.
Depois conto.

Não tem jeito, eu amo o Centro de São Paulo.
É tão lindo...
Me deu uma vontade louca de sacar o celular e sair tirando fotos. Mas a definição da câmera do meu celular é daquele jeito, então, nem perdi tempo. O pior é que tenho um montão de bônus para trocar por um melhor, mas juro... esses modernosos não me agradam muito. Eu tenho de ter celular de estivador. Mocinha delicada, eu.

Conversei bastante com a conselheira estelar hoje. Estou com novas ideias. Daquelas que eu gosto. Você sabe... quando escasqueto, eu encasqueto. Percebi que está na hora de ser quem eu sempre quis. E para isso, é preciso pirar um pouquinho. Eu sei que às vezes, estou na contra-mão do mundo, mas mesmo correndo o risco de cair em filosofia de boteco, não interessa a mão do mundo, a minha é a que importa. E sim, sou uma daquelas almas que ainda acredita que tudo tem um sentido. O resto, é o resto.
É, eu sei... nem Freud explica.
.

4 comentários:

Rafael disse...

Nossa, há quanto tempo não leio quadrinhos... fora as tiras diárias do Laerte (que, com certeza, é o cara!). Acho que o último quadrinho que li, de verdade, foi "Maus" do Art Spiegelman (já leu?). Fantástico!
Até.

Lidiane disse...

Oi, Rafa.
Li não.
:(
O último que li foi "A história secreta dos protocolos dos sábios de Sião", do Will Eisner.
Dei de presente e "roubei" um pouquinho antes. ;)

É tão chato a gente se afastar daquilo que adora, né? Mas o cotidiano...

Beijo.

vana disse...

Oi! Lidi minha criança linda. Como foi o seu dia?
Beijo.

Lidiane disse...

Vaninha, linda do coração.
Saudade tanta de você...

Beijos e feliz dia das crianças, também.